O que poderia ser visto como algo impossível décadas atrás, nos tempos contemporâneos é o #Comportamento mais comum do mundo, ou seja, as pessoas não precisam ser necessariamente casadas ou estar em um compromisso oficial para usufruir de alguma intimidade, por mais tênue que seja com outros indivíduos. Tanto é assim, que já existem grupos de pessoas que têm por objetivo primordial em suas vidas, as relações consideradas casuais com os amigos, ou seja, é um tipo de comportamento que inclui práticas sexuais, mas que por outro lado não quer ficar preso aos sentimentos ou mesmo responsabilidades nos encontros do dia a dia.

Entretanto o que poderia ser um mundo ideal para muitos, acaba não funcionando na maioria das vezes.

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A “amizade colorida” geralmente falha quando esbarra nos aspectos de que não contribui muito ao relacionamento como um todo com o passar do tempo e a amizade, geralmente, pode vir a ser destruída ou ter um final infeliz.

Visando dar conotação científica e respaldo técnico a esse tipo de percepção do relacionamento humano a Universidade DePaul, na cidade de Chicago, EUA fez um estudo com testes específicos nos alunos de uma outra faculdade da região e constatou que em tais tipos de amizades coloridas ou descompromissadas. O ser humano evita conversar sobre o relacionamento propriamente dito. Tudo isso é um grande mecanismo de defesa a fim de não se comprometer os sentimentos dos envolvidos e “descomplicar” as relações evitando-se as tão faladas DRs ou discussões de relacionamentos.

Só existe um detalhe que os adeptos desse tipo de comportamento acabaram desconsiderando, a saber: e se uma das partes envolvidas na amizade colorida acabar se apaixonando? Inúmeros filmes de sucesso já expuseram as sensações e vida fácil que a amizade sem maiores compromissos oferece, como, por exemplo, os longas metragens do cinema “Amizade Colorida” estrelado por Mila Kunis e Justin Timberlake e “Sexo sem Compromisso”, interpretado por Ashton Kutcher e Natalie Portman.

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 A temática é quase sempre a mesma com amigos que são grandes frustrados no amor e optam pelo sexo casual entre si e por fim, acabam se apaixonando perdidamente pelo outro, o que na vida real nem sempre corresponde a realidade.

A pesquisadora Duana C. Welch que é doutora em psicologia também quis entender o porque da maioria das amizades coloridas rumar ao insucesso e por incrível que pareça, a explicação é mais simples do que se pensava, isto é, o sexo é uma necessidade instintual da raça humana e não é baseado unicamente na sensação de prazer físico que o mesmo confere, mas nos vínculos emocionais que acaba estabelecendo entre os amantes. Na amizade colorida é bastante comum que um dos parceiros se entregue mais do que o outro (busca da conexão afetiva) e não tendo retornos, fica profundamente decepcionado.

Quando o relacionamento se rompe pelo desgaste ou falta de conteúdo entre as pessoas, os sentimentos se tornam perdidos e é extremamente complicado retornar a as condições de equilíbrio e controle apresentadas antes de se iniciar a amizade colorida.

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Vale a pena refletir duas vezes antes de se entregar a um relacionamento fugaz ou sem maior perspectiva de futuro. #Cinema #Família