Apesar das mulheres, ao longo do tempo, terem conquistado sua independência, ainda terão muita luta pela frente para quebrarem o preconceito e assumirem o comando sem restrições salariais.

Apesar do grande poder de compra que as mulheres brasileiras detêm no mercado, o que não é pouco, assumindo o índice de 85%, as chances que a mulherada possui de assumir um cargo de liderança é baixíssima, com um índice de apenas 28%, segundo a presidente da ONG W.I.L.L (Women in Leadership in Latin America), Silvia Fazio, que, além disso, relata que seriam necessários 117 anos para que as mulheres conquistassem o mesmo valor dos homens no mercado. Infelizmente, a porcentagem de mulheres em cargos de liderança é baixíssima, com 8% de ocupação, no Brasil.

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A desigualdade não é somente no mercado de trabalho, mas, na política, a desvalorização da figura feminina também é enorme.

O mundo precisa reconhecer que lideranças femininas são tão eficientes quanto as masculinas e essa ONG está trabalhando nisso, para buscar o reconhecimento do valor da mulher em cargos de líderes e de grandes gestões. O trabalho tem sido difícil, porém, com persistência a W.I.L.L e todas as pessoas que desejam igualdade de gênero seja no trabalho, na política ou no esporte conseguirão alcançar e quando este dia chegar a sociedade verá que a grande importância que tem a figura feminina.

Enquanto este dia não chega, as mulheres continuarão a lutar pelo seu espaço e por respeito perante a sociedade. Essa luta já é visível nas faculdades, onde a maior parte das cadeiras são ocupadas por mulheres que além de se destacarem nas notas tem que se dividir em ser estudante, mãe e trabalhar ao mesmo tempo para poder proporcionar um futuro melhor e mais confortável aos seus filhos e familiares.

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A discriminação de gênero chegará ao fim, principalmente quando os grandes empresários perceberem o quanto uma mulher pode ser eficiente, dedicada e extremamente capaz de exercer um cargo que na maioria das vezes é ocupado pelo homem. Em dias futuros a mulher irá, sim, ganhar o mesmo que o homem, assim como exercerão as mesmas funções. #mulheres no mercado #valorização da mulher #mulher ganha menos que homem