A advogada Janaina Paschoal, desde que começou a participar ativamente, inclusive sendo uma das autoras principais do processo que solicitou o #Impeachment de Dilma Rousseff, tem sido o alvo de atenção dos noticiários e mídia em geral pelo seu ativismo na cassação política da ex-presidente. A cerca de dois dias atrás, Janaína na sua rede social do Twitter, escreveu que está certa de que a Rússia do presidente Vladimir Putin planeja ativamente atacar o Brasil daqui a algum tempo. Tudo isso porque, segundo a advogada, os russos estão construindo uma base militar na vizinha Venezuela. “Estão rindo? Estou falando sério. Bem típico: fazer a pessoa passar por burra, para que ela se cale.

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Mas comigo não!", complementou Janaina sobre a descrença de muitos a respeito de sua afirmação sobre os russos invadirem o Brasil. 

Por outro lado, o especialista sobre Relações Internacionais e temas bélicos em geral, Pedro Paulo Rezende, tendo sido procurado pela agência de notícias russa Sputnik, falou de modo bastante claro que a afirmação do parágrafo anterior não deve ser levada em consideração, uma vez que não possui nenhum embasamento real para que pudesse ter sido proferida, ou seja, tudo não passou de pura especulação sem valor prático algum. 

Pedro Paulo reitera a sua opinião acrescentando que a Venezuela até o presente momento, não está inclusa nos objetivos gerais dos russos reativarem as suas bases militares na região caribenha. Somente as bases instaladas na ilha de Cuba é que estão sendo negociadas entre Havana e Moscou para serem reabertas, até mesmo porque tais complexos pertenciam a extinta URSS - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, sendo a Rússia, sucessora oficial do antigo bloco comunista. 

Atualmente, o parlamento na Venezuela executou uma serie de sanções muito extremas contra o atual presidente daquele país, Nicolas Maduro, e com isso, os russos não se sentem nem um pouco estimulados na empreitada em questão, que não lhes dá nenhuma garantia de salvaguarda do investimento na América do Sul. 

Os parlamentares de oposição ao regime vigente em território venezuelano querem determinar a convocação antes que o ano de 2016 se encerre, de referendo revogatório, que é uma estratégia para avaliação por parte do eleitorado sobre a desenvoltura do presidente Maduro.

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O país vizinho do Brasil passa neste momento por um período de profunda instabilidade econômica, política e social, podendo haver até a ocorrência de um golpe militar, conforme explicou Pedro Paulo, uma vez que os militares venezuelanos são muitos mais fieis a postura e forma de agir do ex-presidente do país, Hugo Chávez, se distanciando de Nicolás Maduro.  #Janaína Paschoal #Vladimir Putin