A #Venezuela atravessa uma de suas maiores crises da história, uma situação deprimente, fruto de uma administração irresponsável de Nicolás Maduro, um ditador que comanda o país como bem entende, calando a oposição e reprimindo qualquer tentativa contrária à sua própria vontade, desrespeitando as instituições e mantendo o país sufocado com uma grave #Crise humanitária. Enquanto isso, o povo vai morrendo de fome, literalmente. 

Reflexos no Brasil

Uma grande evidência da decadência do pais venezuelano é ,que nas últimas semanas, o Brasil vem recebendo muitos imigrantes, fadados ao fracasso em suas cidades, lhes faltando produtos básicos, como alimentos, remédios e combustíveis.

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No Brasil procuram uma vida melhor, simplesmente ter uma vida digna, podendo alimentar seus filhos e usar produtos de higiene básica. Acontece que a situação nem sempre é favorável, já que chegam e ficam sem emprego e sem moradia, tendo que dormir nas ruas, principalmente em Roraima, o principal ponto de chegada em nosso país. Um triste cenário de subemprego e mendicância no Brasil.

Segundo a Polícia Federal, de 2015 até agora foram registrados 1.800 pedidos de refúgio no País. Contudo, esse número de imigrantes é bem maior, já que a maioria entra clandestinamente no Brasil, ficando difícil contabilizar esses números. Entre as principais cidades ocupadas são Boa Vista e Pacaraima.  

Decadência

A decadência social que Maduro vem causando a seu povo atinge outras áreas da vida, tornando a Venezuela um dos países com o maior número de assassinatos no mundo: 82 homicídios por cem mil habitantes em 2014.

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Pessoas são assaltadas por carregarem simples produtos, como pão e arroz. 

A economia reflete a situação do país também. A inflação esse ano deve ultrapassar os 700%. 

O mundo pressiona a Venezuela

O mundo está de olho e pressiona para que o ditador Maduro se afaste da administração. Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, disse que quer o fim da tirania no país sul-americano. "Não existe hoje na Venezuela nenhuma liberdade de direito civil ou político", comentou.  #Crise migratória