Nos últimos meses uma brincadeira virtual que se tornou uma verdadeira febre entre os adolescentes e até os adultos, é o jogo do Pokémon, que na realidade é uma franquia pertencente a empresa japonesa The Pokemon Company, cuja fundação se deve a Satoshi Tajiri no ano de 1995. Todo o desenrolar do jogo virtual se baseia em pequeninas criaturas do mundo da ficção denominadas de Pokemon. A regra é que as pessoas tenham habilidade suficiente para encontrar e capturar esses pequenos seres, treinando-os para os combates entre si, o que passa a ser considerado como uma modalidade esportiva. 

Por outro lado, há também aqueles indivíduos e até representantes de países, os quais não gostam do jogo ou possuem sérias restrições em relação ao mesmo, assim, como por exemplo, as autoridades governamentais da Holanda, que estão se empenhando em processar a Niantic, que é uma empresa de softwares, braço da fabricante norte-americana do #Pokémon Go.

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Os motivos para uma ação tão rígida por parte dos holandeses são decorrentes de um vasto número de problemas e incidentes no mundo real, englobando as legiões de fanáticos por esse jogo nos Países Baixos. 

Só para se ter uma noção do que acontece, a partir do momento em que o game ficou disponível no mercado holandês, milhares de cidadãos “caçadores virtuais de pokémons” estão se concentrando nas imensas praias, só anteriormente tocadas basicamente pelo vento de Kijkduin, na região sul de Haia; isso porque, centenas e centenas desses monstrinhos ou diabretes se proliferam dia a dia no local de reserva ambiental. 

Na realidade, a façanha tecnológica é conseguida por meio dos aplicativos de smartphones que se utilizam das posições de satélite, gráficos e também as capacidades das câmeras modernas dos telefones, que acabam projetando os pokémons nos contextos reais existentes em torno das pessoas, nos mais diferentes espaços.  

Todavia, a invasão desordeira dos caçadores de pokémons vem causando danos graves as dunas protegidas, que circulam as praias bucólicas do pequeno vilarejo holandês.

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Sem sucesso algum até agora, as autoridades na região tentaram, vez após vez, contatar os desenvolvedores responsáveis do Pokémon Go desde agosto para proibir definitivamente a circulação dos "pequenos animais virtuais em áreas protegidas e nas ruas das 23h às 7h", conforme informação oficial veiculada no município que está no centro do problema. 

Independente do caso que será ouvido por um tribunal na cidade de Haia no dia 11 de outubro, fica a pergunta no ar que não é nem um pouco virtual: que rumo está tomando a inteira sociedade global de pessoas com o seu #Comportamento no mínimo “diferente” ou estranho? #Android