Por mais que Freixo tente passar uma imagem de tolerante e de paz, seu relacionamento com os Black blocs, bem como sua incapacidade, no julgamento dos mesmos, o condena diante do eleitorado, que não admite a depredação do patrimônio público.

O carioca com seu jeito malandro, já não cai em qualquer alarde de noticiário , pois viu, no passado, Lula perder uma eleição, por causa de uma Fiat Elba.

Em uma época em que os evangélicos possuem o poder da mídia, Crivella tem sua defesa. A questão em evidência não é motivo da autuação de Crivella e sim de só agora aparecer a foto comprometedora!

Portanto, para o eleitorado, algo fica evidente: a casa as bruxas evangélicas ressurge, com a manipulação da informação sobre Crivella, dando, com isso, um "tiro no pé" do autor da denúncia.

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O Brasil mudou o cenário religioso, embora a religião católica seja a maioria, tem a realidade de muitos evangélicos, praticantes e não praticantes, que podem decidir uma eleição a favor de #Marcelo Crivella, pois, infelizmente, Marcelo Freixo, e o marxismo, não combinam com religião.

Portanto, por mais que Marcelo Freixo macule a imagem de Marcelo Crivella, relacionando-o com a pessoa do bispo Edir Macedo, a única evidência é a incoerência de Freixo, que diz querer paz, mas é conivente com a quebra do patrimônio público, quando não julga os #black blocs; é intolerante religioso, quando discrimina a #Igreja Universal; bem como adota uma postura hipócrita, ao afirmar ser tolerante às diferenças, mas só defende as minorias ligadas aos movimentos sociais, de posições antagônicas a religião e a temas polêmicos, como a identidade de gênero.

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Enfim, quanto mais ataca o Crivella, mais a população religiosa se blinda, deixando em seus comentários de esquina, da zona oeste e subúrbio, a comprovação, que a intelectualidade marxista peca, quando tenta ter o apoio do povo, achando que o mesmo é apenas os cidadãos politizados, da zona sul carioca.

Por outro lado, Marcelo Crivella vem com sua fala mansa, se defendendo, mostrando que Freixo ao relacioná-lo com a milícia, mostrou um lado negro dele mesmo, dando com isso a possibilidade da dúvida.

Com a chegada da milícia, quem teve seu negócio ameaçado foram os detentores de distribuição de gás, internet, TV a cabo e água mineral. Bem como, os usuários de drogas que foram buscar seus entorpecentes em outras localidades, devido ao afastamento do tráfico, com a chegada dos milicianos.

Fica a questão, de quem é o grito de socorro, que Freixo afirma ter atendido, quando julgou e prendeu os milicianos?

O carioca não quer nem o tráfico e nem a milícia. Quer apenas segurança e respeito a sua cultura.

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Quer o samba e o funk, mas está insatisfeito com a apologia, quer seja marxista ou religiosa; que independe de ser hétero ou homossexual; de ter religião ou ser ateu; de ser suburbano, ou da zona sul;

Quer sejam de Freixo ou de Crivella, os cariocas querem ser novamente cidadãos de uma cidade, onde todos tenham espaço para o seu dia-a-dia, independente da religião, e origem do Brasil. Mas tudo isso com muita paz e amor, sem assaltos e roubos, sem badernas e arrastões.

O passado de Crivella não afetou o seu favoritismo, mas desqualificou a mídia televisiva, pois já não é mais possível, errar duas vezes, por questões que só tentam desviar o foco, e denegrir a imagem, por simples apelação. Quando a sentença já foi dada, para que a defesa e o debate? Assim Crivella evita o confronto e permanece na frente das intenções, do carioca.