Até o começo de agosto, poucas pessoas sabiam da existência de #Patrícia Lélis, uma jovem de 22 anos (embora em seu perfil de modelo do site Magneto Elenco, ela apareça com 26 anos de idade) que ganhou 'fama' repentina.

Tudo isso por ter contando versões confusas sobre um abuso que ora sofreu, ora quase sofreu. Ora era mentira, ora foi sequestrada e mantida em cárcere privado para desmenti-lo. Investigações da Polícia Civil constataram que a moça mentiu e extorquiu o ex-chefe de gabinete de Marco Feliciano, Talma Bauer.

Imagens que mostram a moça revoltada ao saber que seu ‘amigo’ havia ficado com R$ 40 mil do valor extorquido foram amplamente divulgadas na internet.

Publicidade
Publicidade

Patrícia foi indiciada criminalmente e o delegado do caso pediu sua prisão preventiva.

Desde então, ela não apareceu mais na TV, mas essa semana concedeu uma entrevista para um site conhecido por suas “preferências políticas”, o Diário do Centro do Mundo. Até aí, sem novidades. Seria apenas uma entrevista, mas Patrícia foi novamente a Patrícia. Diante da entrevistadora, Nathali Macedo, ela não hesitou em fazer algumas acusações e críticas que já estão gerando nova #Polêmica.

Para começar, repetiu sua acusação contra Marco Feliciano, sustentando a versão de que uma vizinha, que ninguém conhece, a salvou de ser violentada pelo parlamentar. Além disso, afirmou que pessoas do PSC queriam que ela namorasse o deputado federal, Eduardo Bolsonaro, mas ela não quis, pois ele era uma "criança". A moça chegou a acusar o deputado de ter o costume de assediar todas as mulheres: “Se tiver um poste, ele vai dar em cima do poste”.

Publicidade

Não satisfeita, ainda afirmou que Eduardo e seus irmãos são cópias de Jair Bolsonaro, repetindo tudo que ele fala, como robôs.

Além de falar dos políticos da família Bolsonaro, que aliás, são os que mais têm se destacado no cenário político atual, ela também revelou que se tornou feminista, que evangélico é hipócrita e que por isso não vai mais à igreja, apesar de “ter nascido dentro de uma”.

Por fim, a moça falou que recebeu muito apoio de Maria do Rosário, Vanessa Graziottin e de feministas. Ela disse estar tranquila e feliz pela denúncia contra Feliciano ter sido aceita pelo STF e afirmou que agora trabalha ajudando mulheres que foram estupradas.

A história de Patrícia terá uma conclusão final apenas nos tribunais, mas até que isso aconteça alguns questionamentos sobre a veracidade dos fatos se multiplicam na internet, inclusive através de comentários dos próprios seguidores e apreciadores do conteúdo do referido site de esquerda que a entrevistou.

Como estudante de direito, Patrícia se esqueceu de que a liberdade de expressão não é um direito absoluto, pois não pode lesar a honra ou dignidade de outrem.

Publicidade

Formada no curso de atores do PROJAC, conforme consta em seu perfil de uma agência de modelos, a moça um dia deve se formar em ciências jurídicas, mas até lá passará pelo seu maior estágio: tentar provar que os vídeos sobre extorsão não existem e que a história do suposto crime denunciado é real.

Se ela vai conseguir, "não se sabe", mas que nada impede a família Bolsonaro de intensificar esse estágio com uma ação por calúnia e difamação, isso não se discute.

Abaixo segue a entrevista exibida pelo Conexão Repórter, que conversou com Feliciano e com Patrícia, mostrando os dois lados da moeda, inclusive exibindo imagens que mostram Patrícia negociando a extorsão.

E você, o que acha dessa história? Deixe a sua #Opinião em um comentário abaixo.