Dizem que por trás de um grande homem sempre existe uma grande #Mulher. Podemos aplicar à máxima também às boas famílias. Cada vez mais, a mulher é a base que mantém a estrutura familiar e a harmonia doméstica, gerenciando problemas e tomando decisões.

Antigamente, a atividade da mulher se restringia a cuidar da casa e da criação das filhas. A relação com o marido era de submissão, afinal, ele era o único responsável pelo sustento do lar. Com o passar do tempo, a mulher partiu em busca de realização profissional, e as  relações familiares sofreram profundas mudanças.

Hoje, a mulher acumula várias funções dentro da dinâmica familiar: ela continua responsável pelo cuidado da casa e dos filhos e, na maioria dos lares brasileiros, colabora com sustento com o sustento da #Família.

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Muitas vezes, quando o marido está desempregado ou ausente, a mulher desempenha sozinha todas as funções.

Com esse “jogo de cintura” que a mulher brasileira tem, aquela mocinha, antes considerada tão frágil, hoje demonstra ter uma força impressionante! No entanto, com o acúmulo de atividades, ela acaba descuidando de sua #Saúde, pois não tem tempo para ir ao médico, nem se alimentar corretamente e, muito menos, para descansar e namorar.

Infelizmente, esses fatos levam até a um aumento nos índices de mortalidade entre mulheres: elas se estressam mais e ficam mais, enfartam mais, e ficam mais deprimidas do que quando eram apenas donas de casas. É por isso que a mulher deve ser alertada a respeito dos perigos a que expõe sua saúde. A seguir, abordaremos alguns temas relacionado à saúde da mulher, e o que acontece com seu corpo.

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Avaliação médica periódica: a saúde da mulher está sujeita a diversas complicações, mas várias doenças podem ser prevenidas por meio de exames periódicos. Ao chegar à adolescência, quando se formam os caracteres secundários, a menina deve começar a frequentar o ginecologista.

Tpm: a tensão pré-menstrual atinge grande parte das mulheres em idade reprodutiva. Nos dias em que está para menstruar, a mulher sente dor de cabeça, nas mamas, cólica, inchaço, irritação, depressão, ansiedade, compulsão por doces etc.

Cólica menstrual: é aquela dor na parte inferior no ventre. Ela acompanha a menstruação, principalmente no primeiro dia do ciclo. Cerca de 50% das mulheres em idade fértil sofrem com a cólica, que chega a fazer até mesmo com que elas percam dias no trabalho. O principal sintoma é a dor que vai e volta, e que começa algumas horas antes da menstruação.

Alterações no fluxo menstrual: durante a sua fase reprodutiva, a mulher menstrua todos os meses, exceto nos períodos de gravidez e lactação. Normalmente, ela fica menstruada por um período de 3 a 7 dias, e o intervalo entre os ciclos é de 25 a 35 dias.

Ser mulher, em essência, é ser mãe é cuidadora e, para seguir bem na vida, para cuidar e zelar do outro, precisa estar bem consigo mesmo e com saúde, se prevenindo sempre.