O militar Jair #bolsonaro, deputado federal pelo partido PSC do Rio de Janeiro, ganhou fama após apresentar opiniões fortes sobre assuntos pouco debatidos pela sociedade, principalmente homossexualidade, direitos humanos, racismo e ditadura.

Na #Política há mais de 30 anos, o pré-candidato à Presidência pelo Partido Social Cristão possui grande número de apoiadores em seus comentários, prova disso é ter conseguido eleger dois filhos, que carregam seu sobrenome, a cargos públicos no estado do Rio.

Em um comentário pouco ortodoxo, o parlamentar revelou ter lido a Bíblia inteira e que demorou sete anos para o fazer, além disso, Bolsonaro já afirmou que a Ditadura Militar errou em não ter matado, ao invés de torturar seus presos, durante uma discussão com protestantes.

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Ele afirmou ainda, durante uma entrevista à revista VEJA que o ditador chileno Augusto Pinochet deveria ter matado mais pessoas. Em entrevista à Playboy, ele falou sobre homossexualidade em sua família, dizendo que seria incapaz de amar um filho seu, caso este fosse homossexual, preferindo o ver morto que namorando com um "bigodudo".

Na câmara, Bolsonaro já falou de forma agressiva com uma parlamentar sobre estupro, ele disse que ela não "merecia" ser estuprada por ele. Questionado por Preta Gil sobre um namoro de um de seus filhos com uma mulher negra ou gay ele respondeu que não corre este risco, por seus filhos serem bem educados.

O deputado já caçoou do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por ele segurar uma bandeira do orgulho gay, na ocasião ele disse que não iria nem combater nem discriminar gays, iria bater neles caso os visse se beijando na rua.

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O parlamentar já xingou uma repórter da RedeTV! de analfabeta, burra e a "censurou", por discordar da pergunta feita por ela durante uma entrevista sobre os 50 anos do golpe militar. Ela decidiu processá-lo.

Bolsonaro já chegou a falar que parlamentares não devem andar de ônibus e que mulheres devem ter salários menores por ficarem grávidas.

O deputado também elogiou o torturador Carlos Brilhante Ustra, durante a votação do Impeachment de Dilma Rousseff. #Brasil