De acordo com colunista e jornalista Ricardo Feltrin, em uma matéria publicada no portal de notícias o “UOL”, ele afirma que líderes de várias entidades religiosas se reuniram para “pressionar” as emissoras de TV aberta a reduzir o preço do “aluguel” que elas cobram pela venda de horários na grade. De acordo com o jornalista, no processo, estão as principais igrejas: a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Universal do Reino de Deus, Mundial do Poder de Deus e outras entidades evangélicas.

Todas essas instituições religiosas, que são as maiores compradoras de espaço nas emissoras de TV, alegam que, devido à crise que afetou o país, os membros começaram a deixar de frequentar os templos, e, com eles, a principal fonte que é usada para fazer os pagamentos às TVs, que é o dízimo diminuiu.

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No entanto, elas querem que os valores pagos sejam bem menores no próximo ano. Conforme Ricardo, os valores que as igrejas pagam para as emissoras de TV, gira em torno de R$ 600 milhões de reais por ano.

Ainda, de acordo com o jornalista, a Universal também quer reduzir os seus gastos. Que só esse ano vai passar dos R$ 500 milhões. A #Igreja está mais focada em fazer outras grandes obras, como a construção de um novo templo de Salomão, mas, dessa vez, em Brasília. A Assembleia de Deus Vitória em Cristo, presidida pelo pastor e psicólogo Silas Malafaia, por causa dos altos custos, chegou a anunciar que sairia da RedeTV, após uma longa renegociação na redução de valores, decidiu ficar.

Em situação pior está a Mundial do Poder de Deus presidida pelo Apóstolo Valdemiro Santiago, que está tendo problema em pagar os preços cobrados pelas emissoras.

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Para a legislação brasileira, existem três aspectos pelos quais considera a venda de programações para igrejas algo “nebuloso”.

1) As emissoras de TV precisam de dinheiro líquido;

2) Desinteresse do Ministério das Comunicações;

3) Os políticos evangélicos no Congresso defendem apenas os seus interesses acima dos demais;

No entanto, se algumas dessas emissoras de TV perdessem a sua receita sobre a venda de horários para as entidades religiosas, provavelmente poderiam declarar a falência, e haveria uma grande demissão em massa. Sabendo deste fato, as igrejas querem agora descontos no que pagam. #Pastor #Religião