Diante do esforço crescente para a aprovação das "10 medidas contra a corrupção", o ex-presidente que leva várias acusações da justiça elaborou ardilosamente um plano para fugir da justiça brasileira que o investiga. Desde que se aposentou por anistiado político, por conta da cassação de seus direitos sindicais, em abril de 1980, e que além de José Dirceu e outros serviram como “culpados” de acusações anteriores, várias delações o designam como um dos grandes responsáveis pela gerência das propinas na Petrobrás.

Em toda sua vida política, tentou se fazer de santo, mártir da causa operária, inocente perante fóruns internacionais, mas sua história continha palavras munidas no início de dúvidas, agora sem qualquer fato verídico o abonando.

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Diante da responsabilidade que assumiu enquanto era munido de incapacidade administrativa, não registrava antes qualquer empreendimento sob sua tutela, seja como funcionário público ou privado até o ano 2002. Após sua primeira eleição, seu oportunismo aproveitou-se do plano econômico, semeado desde 1992 por Fernando Henrique Cardoso, e colheu os frutos até 1995, quando começou a investigação do chamado Mensalão, em 2005. Pelo ano seguinte ser de eleições e a pressa a apontar culpados caiu apenas sob seus colegas de partido, sua postura o tornou um réu inocente.

Agora novamente com seu partido investigado na grande operação "#Lava a Jato", Luis Inácio da Silva, vulgo #Pixuleco, está cada vez mais próximo do grande julgamento popular. Nele, sua estratégia é munida de um plano em curso para derrubar o relatório de Onyx Lorenzoni e enterrar de vez as "Dez Medidas Contra a Corrupção" que o tornariam inelegível para aproveitar a última eleição via voto eletrônico.

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Seu grupo de aliados elaborou a troca dos titulares da comissão por integrantes contrários ao parecer e a apresentação de um voto em separado. Dessa maneira, rejeitam o relatório de Onyx e aprovam um alternativo, elaborado sob medida para garantir a impunidade geral.

Enquanto isso, na constante pressão popular contra este golpe político no Senado, e exigindo cada vez mais a retirada do seu comparsa político como presidente da Casa, o "jus esperniandi" de #Lula apela para as piores teorias conspiradoras que poderiam existir, de que “O Estado brasileiro é ilegítimo, está a serviço de interesses estrangeiros e por isso não tem moral nem autoridade para julgar e botar na cadeia Luiz Inácio Lula da Silva".

Ostentando-se como soberba ameaça à própria justiça, alegando que “Estamos na hora de costurar uma coisa maior, mais sólida. Não é um partido, não é uma frente, é um movimento para restaurar a democracia”. Mais uma vez usa as retóricas de campanha, quando de fato não existem soluções a afastá-lo dos fatos.

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Então, finalmente petistas encontraram um golpe à lei brasileira de fato, no entanto será somente se realmente o ex-presidente fizer o golpe "com suas próprias mãos" e realizar sua fuga do Brasil como um meliante a outro país: “Há a intenção de explorar o que resta do prestígio do ex-presidente no exterior e capitalizá-lo na forma de manifestações de solidariedade que criem um clima favorável para que, em caso de condenação, Lula obtenha asilo político em algum país amigo”.