Certas vezes sentimos no ar, literalmente, algo que não nos cheira lá muito bem. Interessados nas causas que motivam o popular “pum”, também chamado popularmente de “#peido” e mais sofisticadamente de gases e flatos, um grupo de cientistas resolveu se aprofundar mais nas misteriosas entranhas deste gás exalado pelas pessoas.

A pesquisa destes destemidos estudiosos que não se abalaram com a questão do “gás mortífero”, resultou num estudo que certamente irá contra muitas crenças que você, nobre leitor (a), alimentava desde a mais terna idade.

A vilã produtora da bufa monstra

Grande parte das pessoas sentem-se constrangidas e envergonhadas quando o assunto é peidar, ainda mais quando estão naquele momento cruel onde a barriga parece o cenário de um incrível diálogo entre o personagem “Diabo da Tasmânia” e o Boogerman (protagonista mais peidorreiro que o universo dos games já teve notícias), exatamente durante uma reunião de negócios, no elevador do condomínio cheio de gente, ao lado dos familiares, etc.

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Se você se inclui neste hall de candidatos acima, saiba que a pesquisa dos cientistas australianos da Universidade de Monash oferece dicas preciosas que poderão te livrar desta cena tão “catastrófica”.

Acredite: o cheiro do “enxofre”, o perfume do “capiroto”, o elixir do “demônio”, tem como principal agente motivador a tão necessária e imprescindível ao nosso organismo, digníssima proteína.

Como eles concluíram isso? Cheirando muitos tipos diferentes de peidos oriundos de alimentações diversas? Bem, a tortura não precisou ser assim tão intensa. Na verdade, os cientistas das “bufas” esmiuçaram as fezes de 7 voluntários que vendiam saúde, dividindo-os em dois grupos.

O grupo A se alimentava de ovos, carne, leite, sendo que o grupo B ficava com cereais ou fibras. Cientes previamente que os peidos mais fedidos do mundo, aqueles que até o próprio autor não suporta, contém uma substância chamada sulfeto de hidrogênio, elemento capaz de transmutar qualquer peidinho nocivo num míssil, os cientistas então buscaram identificar quais das dietas contribuíam para que se fosse produzida a tal substância maligna.

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O resultado do estudo concluiu que aqueles seres que investiram mais nas proteínas “fabricavam” sulfeto de hidrogênio 7 vezes mais do que aqueles que ficaram mais nas frutas e legumes.

Aqueles que comem fibras, por exemplo, costumam peidar muito mais, pois incitam a fermentação das bactérias intestinais, porém, são peidinhos mais frágeis, daqueles que não irão traumatizar os narizes alheios.

E você, em qual destes grupos se encaixa seus flatos? Para descontrair, uma canção que aborda o tema sem pudor algum:

#Comportamento #Ciência