Grandes consumidores da cultura dos anos 1980 até os anos 2000, jogadores das famosas plataformas de videogame analisaram o uso freqüente dos #Jogos atuais e anteriores. Eles afirmam que, de acordo com a mudança de gerações, o comportamento dos jovens foi modificado com a entrada dos consoles no mercado. Porém, os videogames não produzem a má influência que a sociedade impõe a esse tipo de mídia.

O ator Otávio Nogueira (20) foi um jogador assíduo das grandes plataformas de videogame, colocando como referência Mario Bros, Street Fighter, Sonic e Detona Ralph. Agora, o ator afirma que não é muito acostumado a jogar vídeo game, pelo fato de não ter um, mas gosta muito de jogar quando vai em casa de amigos.

Publicidade
Publicidade

“Se eu tivesse um [vídeo game], passaria boa tarde do meu tempo livre jogando”, confessa.

Para Otávio, os jogos contribuíram de uma forma positiva para seu cotidiano e formação cultural. "A maioria dos jogos são de fora, então geralmente jogos que tem muito diálogo eu costumo deixar o áudio original (que geralmente é o inglês) ou mudo para o espanhol, a maior parte das coisas que sei em outro idioma aprendi com vídeo #Games e musicas", afirma o ator.

Otávio diz também que os jogos nunca prejudicaram sua rotina nos estudos e no trabalho. "Nunca me prejudicou de forma alguma, quando eu virava a noite jogando era por que eu tinha noção que no outro dia eu não iria ter nada para fazer, mas nunca tive nenhum problema com isso, sempre tive uma relação bem saudável com o vídeo game", enfatiza. Dentre os entretenimentos que estão mais em alta atualmente, Otávio diz gostar da franquia The Sims, GTA e Resident Evil.

Publicidade

Esses dois últimos são polêmicos por incitar a violência, mas o jovem ator rebate: "Nunca fui influenciado em bater nas pessoas por causa disso, eu garanto".

Otávio diz que os jogos talvez possam causar algum efeito negativo nas crianças que usam frequentemente os consoles, mas não é o principal motivo da atitude violenta das crianças. "Hoje em dia, eu já joguei milhões de jogos violentos e nem por isso me senti na vontade de sair matando as pessoas nas ruas, talvez isso sejam desculpas dos pais e da sociedade. Claro que, no meu ponto de vista acho que os pais não devem deixar uma criança jogar jogos muito violentos, da mesma forma que não devem deixar a criança assistir filmes com um conteúdo também violento", enfatiza.

Todavia, para ele, a acusação mantida contra os jogos é a falta de informação por parte dos pais. "Para evitar a influência negativa, o controle do pais sobre aquilo que o filho está consumindo, isso pra mim é essencial", conclui o ator. #Internet