Ser #Mulher em um país como o Brasil não é tarefa fácil. Somos verdadeiras sobreviventes em um lugar com a quinta maior taxa de feminicídio do mundo e aumentos em números de estupros, cárcere privado e violência doméstica contra as mulheres.

Felizmente, existem alguns (poucos, é verdade) subterfúgios para melhorar um pouco nossa qualidade de vida e nos dar um pouco mais de dignidade em um mundo ainda projetado apenas para o bem estar masculino. Conheça alguns deles:

1. Mulheres podem desembarcar fora do ponto de ônibus em horários de maior risco

Algumas cidades permitem que mulheres e idosos desembarquem do transporte público fora do ponto estabelecido em horários de maior risco, após as 22h.

Publicidade
Publicidade

Isso acontece em diversas localidades brasileiras, como no Distrito Federal e em cidades como São Paulo, Criciúma e Florianópolis (SC), Mogi das Cruzes, Guarujá, Cotia, Araraquara e Itanhaém (SP), Cascavel e Umuarama (PR), Nova Friburgo e Itaguaí (RJ), Cuiabá (MT), Porto Alegre (RS) e Mariana (MG).

2. Intervalo que precede a prorrogação da jornada de trabalho

O art. 384 da CLT está inserido no capítulo que se destina à proteção do trabalho da mulher e contempla a concessão de quinze minutos de intervalo à mulher, no caso de prorrogação da jornada, antes de iniciar o trabalho extraordinário. Isso porque a igualdade jurídica e intelectual entre homens e mulheres não afasta a natural diferenciação fisiológica e psicológica dos sexos, não escapando ao senso comum a patente diferença de compleição física entre homens e mulheres.

Publicidade

3. Direito a 6 dispensas médicas ao ano no horário de trabalho

A CLT também contempla a dispensa ainda que em horário de trabalho para a realização de pelo menos seis consultas médicas e exames complementares durante o ano.

4. Repouso após aborto natural

No caso de aborto natural, a mulher tem direito a duas semanas de descanso remunerado para se recompor física e psicologicamente do acontecimento.

5. Lei do feminicídio

Matar uma mulher apenas por ser mulher, ou em decorrência de violência doméstica, abuso, discriminação ou causar suicídio dessa mulher por fatores psicológicos sai da esfera da homicídio comum e torna-se homicídio qualificado e, portanto, crime hediondo. #Feminismo #direitos da mulher