No Natal e na passagem de ano, as pessoas estão mais alegres e solidárias. Luzes brilham nas fachadas das lojas. Mas, com os eventos mais importantes do ano, cria-se também um clima propício para tragédias. É de suma importância ficar alerta ao perigo nas rodovias brasileiras. Consumo de álcool, imprudência e rodovias em péssimo estado de conservação são fatores que contribuem para o aumento das estatísticas de #Morte em todo o país. E isso se repete ano após ano.

É evidente que é impossível evitar acidentes nas estradas. As mortes sempre acontecerão, não importando o que seja feito para evitá-las. Mas é possível reduzir bastante os tristes dados estatísticos? Claro que é possível.

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Todavia, isso é tarefa dos governantes. Eles têm, se quiserem, o poder e o dever de fazer as mudanças necessárias para, pelo menos, minimizar.

Uma das várias mudanças de extrema necessidade está no campo da publicidade. Todos sabem que bebidas alcoólicas e direção não combinam. São peças inseparáveis de um jogo trágico. E o fim é quase sempre a morte. As propagandas veiculadas pelo governo ainda são brandas, como se tivesse abordando algo irrelevante. Até mesmo parece que há uma velada proteção às empresas que fabricam bebidas alcoólicas. Não é de se admirar, pois os grandes fabricantes de cerveja conseguem faturar muito. E, consequentemente, mais impostos são arrecadados.

Lei Seca

Mas, vem a pergunta: compensa? Os hospitais estão abarrotados de gente jovem. Quase sempre vítimas de acidentes no trânsito ou outro tipo de violência onde as bebidas foram ‘coadjuvantes’.

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Quando não há morte, os indivíduos envolvidos podem ficar inválidos e improdutivos. O custo para os cofres públicos aumentam consideravelmente. Certamente, os acidentes de trânsito não fazem bem a ninguém. É preciso dar prioridade para a redução dos fatores causadores dos acidentes de trânsito. Caso contrário, a situação poderá ficar em nível insustentável.

A Lei Seca gerou uma expectativa, mas ainda está muito longe de trazer os resultados que os brasileiros esperam. No entanto, falta gestão eficiente para fazê-la funcionar bem. O problema maior está na fiscalização. Os recursos disponíveis são insuficientes. Não só humanos como financeiros. Há também uma necessidade constante de se investir em informações. Preparar as novas gerações de motoristas. Nas escolas, desde o ensino fundamental até o universitário, deve-se falar de educação no trânsito, prevenção de acidentes, drogas, bebidas, etc. Afinal, na educação está a formação do individuo e de toda a sociedade. Pra resumir, são muitos os fatores envolvidos. Entretanto, com boa vontade e soma de esforços, é possível vencer os desafios. #bebida #trânsito,