Ao que tudo indica, o governador do combalido Estado do #Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que pertence ao quadro político do #PMDB resolveu não mais “cortar na própria carne” ou fazer uma dose extra de sacrifício para tirar o Rio da miséria financeira na qual se encontra e, principalmente, pela qual o valoroso povo daquela região não precisava estar atravessando.

Isso porque Pezão rapidamente mudou de ideia e resolveu voltar atrás no que diz respeito à diminuição do seu salário de governador, projeto que tinha sido enviado por ele em conjunto com uma série de outras medidas emergenciais, visando estancar o cenário caótico no Estado Fluminense.

Publicidade
Publicidade

Vale frisar de que o projeto em questão já tinha sido até homologado pela ALERJ – Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro; todavia, com a publicação do veto no dia 30 de dezembro no Diário Oficial, todo o esforço de se acabar com a #Crise foi por água abaixo, ao menos, nessa ação específica.

O conteúdo, aprovado pelos deputados do Rio, estipulava um corte de exatamente 30% nos vencimentos de Pezão enquanto governador, do vice-governador, do secretário e dos subsecretários. Por outro lado, Luiz Fernando fez o papel de advogado do diabo e alegou que a ALERJ tinha retornado com o conjunto de medidas na forma de projeto, uma vez que foi estabelecida uma alíquota previdenciária extraordinária de até 30%, tanto para servidores ativos quanto para os inativos.

Em outras palavras, Pezão levou em conta que a diminuição do salário dele, bem como de todo o seu alto escalão, iria prejudicar drasticamente os "princípios de isonomia", que têm de ser obedecidos por uma questão legal.

Publicidade

E o veto de Pezão não parou por aí, já que o artigo destinado a extinguir os “supersalários” (define-se como supersalário aquele valor que está além do teto estipulado para o funcionalismo do Rio) também foi barrado pelo ilustre governador. O dirigente mor do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, replicou dizendo que se os supersalários deixassem de ser praticados, isso reduziria seu universo de opções na formação do seu secretariado de governo.

Enfim, agora, os secretários, subsecretários, presidentes e vice-presidentes de autarquias e fundações que oriundos de concursos públicos de diferentes órgãos, poderes e entes da União ou município e ainda os solicitados pelo Executivo estadual, podem respirar aliviados, visto que Pezão soube defender muito bem a vitalidade financeira dos envolvidos. Ressalta-se que o mesmo não pode ser dito em relação aos professores, enfermeiros, policiais, médicos e tantas outras categorias de trabalhadores necessários e honestos.

“Pobre” Rio de Janeiro, “pobre” Cidade Maravilhosa!