Uma jovem que atendia pelo nome de Naiara Saraiva Barra, de 22 anos, foi dada como desaparecida na última quinta-feira, 15. Ela havia saído para trabalhar e não retornou Naiara era costureira na cidade de Goiânia-GO. O último contato dela foi com o namorado por mensagem.

O namorado, Erick Lima, informou que a jovem saia todos os dias pela manhã de casa e ia a pé até o trabalho. De acordo com a família da costureira, ela saiu, porém, não chegou à confecção. Os familiares fizeram um boletim de ocorrência na Polícia Civil na noite do desaparecimento da moça, e foram informados que o caso só seria investigado após o prazo de 48 horas em que houve a comunicação do desaparecimento.

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Desesperados, os familiares pediram ajuda a TV Anhanguera, da cidade de Goiânia-GO. Uma prima de Naiara, Ione, que também trabalha no ramo de confecção, achou um descaso da polícia, pois nenhum deles fez contato para pedir qualquer informação sobre a moça.

Corpo da vítima é encontrado em decomposição

Passado o prazo determinado, as investigações começaram, e somente na data de ontem a polícia recebeu uma ligação de uma pessoa que passava pelo local do desaparecimento informando sobre um corpo jogado em uma mata. O corpo estava a mais ou menos quatro quadras da casa da vítima.

O irmão da vítima Eduardo prestava depoimento justo na hora da ligação. O mesmo se dirigiu ao local acompanhado pelo delegado Valdemir Pereira. Eduardo reconheceu na hora o corpo e disse se tratar da irmã. Em depoimento, ele afirma que "foi muito difícil acreditar que era ela, pois o corpo já se encontrava em decomposição".

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Eduardo só teve certeza por causa das roupas e das unhas da jovem. Uma funcionária do IML, que não divulgou seu nome, informou que já foi identificado o corpo e que é mesmo de Naiara Saraiva Barra. Pouco foi informado sobre a causa da morte, apenas foi comunicado que a vítima tinha um trauma muito grande na cabeça. A Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios vai averiguar o caso. Por enquanto, não há maiores informações sobre o caso #assassinato #Crime #Casos de polícia