A sempre crescente necessidade americana por poder e petróleo já ocasionou diversos conflitos na história mundial. O mais recente deles, que já dura seis anos, é o conflito sírio. Segundo uma reportagem divulgada no portal G1, a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de quatrocentas mil pessoas já perderam as suas vidas nesta guerra, a maior parte civis.

Ainda segundo o portal, em outra reportagem, os Estados Unidos lideram uma coalizão que é formada por Canadá, França, Reino Unido, Arábia Saudita, Turquia e grupos rebeldes que tentam derrubar o governo Bashar Hafez Al-Assad, que, por sua vez, conta com o apoio da Rússia e do Irã.

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Recentemente a Turquia - que é um rival histórico da #síria - fez um acordo com Assad para permitir com que os civis que residiam em Aleppo pudessem deixar a cidade em segurança.

Os americanos dizem que para destruir o Estado Islâmico é necessário tirar Assad do poder, mas essa briga acontece na verdade por causa dos campos petrolíferos situados na Síria. Isso trouxe um problema sério, que são os refugiados que tentam fugir da guerra para sobreviver, mas as autoridades europeias não sabem o que fazer com eles. Aliás, sabem o que de fato deve-se fazer, mas não querem escolher essa opção.

Muitas nações como a Hungria fecharam suas fronteiras para imigrantes, se ocultando do conflito que acontece em seu quintal. Os países que ainda recebem essas pessoas, como a Alemanha, tentam colocá-los para realizar serviços que os próprios alemães não gostam de realizar.

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Muitos políticos de ultradireita dizem que a aceitação dessas pessoas acarretará a perda de empregos dos cidadãos europeus e seus benefícios sociais.

O Brasil já recebeu alguns desses refugiados, atendendo ao pedido de organizações internacionais de direitos humanos, mas mesmo com o clamor de várias entidades em prol da preservação da vida dos civis, a humanidade é deixada de lado quando o interessante é o petróleo. Isso apenas evidencia o quanto a sociedade mundial é egoísta e mesquinha.