Atualmente, no contexto brasileiro, a democracia encontra-se abalada, uma vez que os interesses pessoais e a lesão aos direitos do próximo se sobrepõem às estruturas sociais de todas as esferas. O Fórum Econômico Mundial inclusive apontou o Brasil como o 4º país mais corrupto do mundo.

Aqueles que estão no poder, muitas vezes, parecem entender a democracia como um direito ao ato de lesar o bem-estar e o interesse coletivo. Assim, descortina-se a “famosa” corrupção, a qual, infelizmente, está presente e parece ter raízes no contexto da estrutura familiar, no berço do indivíduo.

A criança, desde pequena, em pleno início de desenvolvimento cognitivo, já é envolvida na corrupção pelos próprios genitores, quando, por exemplo, prometem algo para que a criança se comporte de tal forma.

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E por aí vai.

Mas como acabar com a corrupção?

A corrupção acaba quando você muda. Sabe por quê? Porque ela vem do homem, tendo como origem em suas crenças, tradições e interesses. Assim, é preciso que cada um comece questionando seus valores e ideologias, visão de mundo, seguindo de ações potenciais de mudança comportamental. Pois diminuir ou acabar com a corrupção abarca mudanças de consciência e atitudes. Envolve ações educativas de cunho ético, as quais começam nas escolas, ainda na fase de socialização e alfabetização.

No Brasil, recentemente, variadas formas de corrupção e revolta tomaram conta das ruas do país, em decorrências de tantos casos de natureza corruptiva, principalmente envolvendo a máquina pública. A operação Lava Jato, que investiga crimes e esquemas bilionários de desvio e lavagem de dinheiro público, tem ganhado força no #Combate à Corrupção, cumprindo mandados de prisão de vários tipos.

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Tudo isso com lesões diretas aos direitos do povo brasileiro, garantidos pela nossa Carta Magna, mas que em favor de interesses pessoais o brasileiro deixa de exercer.

Então, que todo indivíduo, independente de raça, religião, crenças e status social, comece a questionar seu comportamento e consequências, e a identificar suas falhas e a mudá-las, em direção a uma sociedade com mais justiça.