Até alguns anos atrás o sinônimo de bom aluno era aquele que, com certa destreza, dominava o conhecimento total em ciências da natureza, Biologia, Física, Matemática e Língua Portuguesa.

Era bastante comum os pais cobrarem um desempenho melhor de seus filhos e também da instituição educacional, mas os tempos mudaram e a qualidade da #Educação só decaiu. A prova maior disso são as constantes avaliações promovidas pelo Ministério da Educação que comprovam a baixa eficiência dos estudantes em diversas áreas do conhecimento.

A pergunta a ser feita é: por que isso acontece? A resposta é que nos últimos anos, pós-redemocratização, questões sobre o ensino público passaram a ser tratadas como algo de segundo plano pelos governos subsequentes, que se preocuparam mais em agradar suas bases políticas e se manterem no poder.

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Entre as questões que o governo colocou em segundo plano encontrava-se a necessidade de realizar investimentos na qualificação de professores e modernização das escolas.

Quando Lula emergiu ao poder em 2003, acendeu-se uma luz que logo foi apagada, pois os governos trabalhistas não investiram tanto na educação pública quanto favoreceu a área privada. Pelo contrário, em alguns casos, salvou muitos empresários do setor da falência.

Segundo índices da Prova Brasil de 2015, apenas 7,3% dos estudantes alcançaram nível satisfatório em Matemática, além da baixa proficiência em leitura. Isso comprova que formamos uma geração de incapazes.

Uma pesquisa feita em 2015 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicada no jornal O Estado de S. Paulo, mostra que o Brasil ocupa 60ª colocação no ranking mundial sobre a qualidade da educação, atrás de Uruguai, Irã, Chile, Argentina, Peru e Colômbia.

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Ainda segundo o jornal, os primeiros colocados foram Cingapura, Hong Kong, Coreia do Sul, Japão e Taiwan. Os pesquisadores apontaram que esses países investiram pesado na educação pública de qualidade, coisa que as autoridades brasileiras ainda precisam aprender a fazer de forma urgente.