A partir de 1º janeiro de 2017 tomaram posse 5.570 novos prefeitos, muitos deles assumiram o cargo com o discurso de melhorar o atendimento ao público. Mas, como melhorar a prestação dos serviços públicos diante da crise financeira que passam os municípios brasileiros? Será que só trabalhar duro é suficiente para colher resultados positivos? De que forma os novos administradores vão conquistar o otimismo e a confiança da população? Sabe-se que só a intenção não é condição primordial à prestação de bons serviços.

Alguns administradores públicos no Brasil estão sujeitos a rever os seus conceitos, os seus métodos, valores, atitudes, inovar e implantar novos processos para produzir “gestão da #produtividade” e eficiência ao setor público.

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Sendo assim, é crucial que os municípios formulem suas estratégias em produtividade e competitividade tomando como base a empresa privada e criem nova formatação de ambiente na prestação de bons serviços, porque a cada dia que passa a população brasileira envelhece e existe uma crescente necessidade por melhores atendimentos.

Recomenda-se aos prefeitos que, ao planejarem os seus trabalhos, estejam sempre se perguntando: Qual é a nossa missão? Quem é o nosso cliente? O que valoriza o nosso cliente? Quais são os nossos resultados? E qual é o nosso plano? Segundo Peter F. Drucker, “o planejamento não diz respeito às decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes”.

Além disso, dada a sua perspectiva conceitual e metodológica, a gestão da produtividade sistêmica desloca a prefeitura de uma lógica estritamente baseada em custos para a lógica do investimento, da qualidade, da eficiência, ou benefícios nos serviços públicos prestados: por meios do atendimento de excelência; aperfeiçoamento da qualidade dos serviços; e atendimento às demandas da população.

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Buscando sempre produzir mais e melhor com custos menores.

A produtividade é um dos caminhos, o rumo para melhorar as condições de vida dos municípios e desenvolver o nosso país.

Sendo assim, considera-se que qualidade da prestação dos serviços é um valor positivo que a organização pode ou não ter e que envolve três elementos importantes: qualidade, produtividade e missão. Estes elementos separados não produzem qualidade, só é possível cumprir a missão institucional se concorrem simultaneamente à qualidade e à produtividade.

A gestão pública com qualidade é a organização que tem capacidade de cumprir sua missão, fazendo o que tem que ser feito, utilizando-se das funções clássicas da administração: planejar, organizar, conduzir, coordenar e controlar, bem feito, agregando valor acessível a todos os seus destinatários. Tudo isso, segundo Jules Henri Fayol, publicado no livro princípios da administração.

Um ponto relevante na administração pública é perceber a clareza que o #Gestor tem sobre o diagnóstico da cidade, isto é, em linhas gerais, onde estão os principais problemas e por que estão ocorrendo.

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A acuidade desse processo será determinante na busca das melhores formas de enfrentá-los. Isso é dever de casa do representante. Mostrar aos municípios o que está sendo feito para solucionar os problemas locais.

A baixa qualificação da mão de obra e a escassez de bons profissionais têm sido apontadas com frequência como parte dos limites à produtividade. Portanto, os prefeitos devem, ao contratar pessoal, priorizar a meritocracia.

O impacto da produtividade no trabalho está ligado à eficiência e ao tempo: quanto menos tempo despendido com o processo, mais produtivo é o gestor. Além, é claro, da adequada utilização dos recursos públicos. Levando em consideração o contexto socioeconômico, funcionários mais produtivos são aqueles bem treinados, mais felizes, pois em consequência eles são mais motivados e engajados, têm menos problemas de saúde, contabilizam menos ausências no trabalho e, como resultado final, há um fluxo contínuo nas atividades. É tempo de arrumar a casa. #novos prefeitos