A imprensa sempre foi considerada o quarto poder, uma vez que ela ditava algumas tendências para discussão na sociedade. Mas esse cenário foi sendo modificado a partir do advento da #Internet. Essa, por sua vez, se tornou um fenômeno de ordem global e cresce de maneira volátil, rompendo todos as barreiras limítrofes, onde ganha quem noticia primeiro.

Toda essa competitividade, que antes era praticada apenas pelos meios de notícia, está aos poucos trocando de mãos. Com o surgimento das redes sociais, as notícias cruzam o mundo em questão de minutos ou até mesmo segundo. E deixam de ser mostradas somente pelos profissionais do meio de comunicação e passam a ser alimentadas por quem antes as consumia.

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A busca por audiência passou a ser dividida com milhares ou milhões de pessoas comuns, que trazem das notícias mais comuns do seu dia a dia, até acontecimentos que viram notícia no mundo inteiro.

Isso não seria nenhum problema se os usuários da rede não buscassem cada vez mais notícias para suas redes pessoais, tudo para terem reconhecimento imediatista. Muitas vezes deixando de socorrer quem precisa de ajuda, no intuito de levar a notícia em primeira mão, e agora podendo ser em tempo real, o que antes era feito somente por veículos de comunicação.

Em meio a esse cenário, a imprensa se tornou mercantilista e com isso muita perdeu credibilidade perante a opinião pública, deixou a imparcialidade de lado e passou a defender os interesses de outros em troca de resultados financeiros a seu favor.

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Dilema ético ou sobrevivência no mercado?

Bem o que sabemos é que cada dia mais pessoas saem com seus celulares em busca de notícia, tudo para que a rede seja alimentada. Dessa forma as redes sociais são organismos vivos, onde todos os usuários a alimentam de alguma forma.

Esse processo tem trazido à tona um processo de desumanização, haja vista, é cada vez mais comum vídeos serem postados na rede mostrando algum tipo de perigo, e que as pessoas não se mexem para ajudar, todos querem filmar ou fotografar, sem se importar com o que está acontecendo. Mesmo ouvindo gritos de socorro, as pessoas se mantém firmes em seu novo papel de noticiador. #redessocias #indiferençanasredessociais