Um bebê nasce, e no início ele fica fundido à sua mãe. Quando chega a idade de mais ou menos dois anos, e até mais ou menos quatro anos, começa a fase da birra.

Eles escolhem os locais mais inusitados para explodir sua insatisfação, e como não conseguem explicar com clareza o que estão vivenciando ou sentindo, começam os ataques de choro, gritos, se jogam ao chão em mercados e locais públicos, como shoppings ou parques de recreação. Nesse caso, o que fazer?

Muitos pais e responsáveis ignoram a birra, arrastando a criança que, aos berros, chora querendo atenção, enquanto outros - para não serem incomodados - acabam cedendo às suas vontades.

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E quando essa birra se estende além da primeira infância? Há casos de crianças maiores, de seis ou sete anos, que quando não atendidas em seus desejos desatam num escândalo sem fim atraindo a curiosidade e comentários, por vezes, maldosos de outros.

E quando acontece na #Escola, em uma sala de aula lotada e a criança tem esse ataque por não ter seu desejo atendido, como o professor deve agir?

Muitas crianças, ao terem que ficar em um espaço educativo devido à necessidade de trabalho dos pais, experimentam uma sensação de estranhamento e tendem a enfrentar o adulto que está no local para fazer cumprir regras. Elas então enfrentam o adulto, se retraem, se isolam e exigem a presença dos pais - ou se adaptam.

Muitos pais não sabem como lidar e, por isso, não impõem limites a seus filhos achando que eles são o centro do mundo, e deixam para a escola a tarefa de educar.

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Mas não, a #Educação familiar vem de casa, a escola apenas a complementa. Então é muito difícil para um professor diante de uma sala lotada, ter que dar conta de seus inúmeros afazeres e ter que educar uma criança que não tem esse limite em casa. Há casos em que os responsáveis chegam a agredir o profissional de educação por ter imposto sanções a seus filhos.

Fica a pergunta: Será que vale a pena esse cuidar e educar?

Muitos pais não reconhecem a atividade árdua que um professor enfrenta diariamente para chegar à instituição escolar, como violência, condução lotada, tempo escasso e desvalorização. #Comportamento