O candidato a uma vaga em instituição pública ou privada mediante concurso público deve ter em mente o velho bordão "sangue, suor e lágrimas".

É muito comum candidatos que têm a falsa noção de que ao se matricularem num curso preparatório já resolveram os problemas, daí em diante é só esperar a prova. O #preparatório não faz milagre, embora importante, é preciso que o concorrente à vaga seja empenhado. Os que vão às aulas apenas para socializar, arranjar namorado ou namorada, ou apenas porque os pais obrigam (caso de adolescentes), certamente não terão êxito.

A concorrência motiva

Dada à quantidade de concursos abertos, mesmo em tempos de crise, a procura por vagas públicas aumentou consideravelmente.

Publicidade
Publicidade

Independentemente dos salários, a maioria dos concurseiros hoje estão buscando a estabilidade, com isso, o aumento de cursos preparatórios virou febre, todo cantinho é lugar para o "caminho do sucesso"; há quem abra curso na varanda de casa. Naturalmente, torna-se um elemento motivador o fato de que "enquanto você dorme, o outro estuda", é a fala comum dos professores e donos de cursos.

Grupos de estudo

Pode parecer contraditório você ajudar ou motivar um colega a estudar para o #CONCURSO, pois ele é um concorrente em potencial, no entanto, montar grupos de estudo é uma boa ideia. O candidato que é bom em uma disciplina, pode muito ajudar com o que não se conseguiu aprender na aula, em troca, espera-se a mesma boa vontade do outro que conhece melhor determinada disciplina. A grande vantagem do grupo de estudos é que ele é mais informal e menor, facilitando a troca de informações.

Publicidade

Sempre há tempo

Um dos maiores "argumentos" dos candidatos para não estudar é a falta de tempo. No entanto, tal desculpa é pífia, pois hoje há inúmeros recursos que facilitam estar em contato vinte e quatro horas com os estudos: apostilas (essa é antiga), vídeo-aulas e internet, são apenas uns de tantos. A tecnologia é fundamental para otimizar o seu tempo, mas para isso acontecer, as redes sociais devem ser apenas instrumentos de troca de informações e não banalidades que tiram o foco.