Já não bastasse tanta coisa ruim que corrói o Brasil, agora temos mais um problema de #Saúde pública, ligada diretamente ao meio ambiente e já mata muitos brasileiros no estado de Minas Gerais, na região do maior desastre ambiental do país. Para Márcia Chame, da Fiocruz, os casos de febre amarela podem ter relação com o desastre em Mariana, na barragem de Fundão, onde causou a morte de 19 pessoas e também a morte do rio, mesmo que ainda corra "vivo", porém com muito a recuperar, o que pode levar décadas.

Na região do Rio Doce ocorre a maioria do casos e atinge também o Espírito Santo. Agora, estuda-se também o caso da morte de 80 macacos também no Espírito Santo.

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Enquanto o verão se aproxima, onde o aumento dos mosquitos aumenta, o risco de se contrair a febre também aumenta muito, pois o vetor se prolifera rapidamente e aliada a causa de um desastre ambiental, onde a flora e a fauna da região estão em desequilíbrio, é prato cheio para a epidemia se espalhar.

Enquanto isso, o caso anda na Justiça e a recuperação do meio ambiente está sendo feita, mas a resposta é lenta e os efeitos do maior desastre ambiental continuam a matar brasileiros. Agora, é correr para se vacinar, pois há áreas endêmicas também no Maranhão, além da causa suspeita da morte de dois macacos na região da cidade de Marapoama, interior do estado de São Paulo.

Apenas eliminando o mosquito Aedes aegypti é que se consegue também erradicar as doenças que ele causa, como a febre amarela, a dengue, a zica e a chikungunya, esta última associada à microcefalia.

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A vacinação é imprescindível neste momento, e já tem cidade, como Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Espírito Santo que a vacina já falta. Como podemos ver, várias regiões sofrem com mais essa desgraça que ocorre em nosso país, e em meio ao rebuliço político e social que corrói a nação brasileira, ainda temos o que podemos chamar de pragas matando os brasileiros.

Quantas mortes ainda vão ocorrer? Não se pode estimar, uma vez que estamos falando de um mosquito que mesmo com todos os milhões gastos em campanhas "educativas" pelo governo na mídia, a população de uma forma geral ainda não colabora na sua maioria na eliminação dos criadouros do vetor. Quanto ao desastre de Mariana, a degradação ambiental que se gerou após a lama descer Rio Doce abaixo, pode estar provocando o aumento da doença. Uma desgraça engrena outra.

A população fica refém tanto das autoridades quanto dos mosquitos, um suga de um lado e o outro suga do outro, ou seja, parece mesmo que tanto os políticos e demais corruptos, como os que assinam laudos falsos para liberação de obras, barragens, e tudo o mais, são mais que inimigos da nação, são responsáveis quase que diretamente na questão das mortes que ocorrem a todo instante, sejam por doenças causadas pelos mosquitos, como também as péssimas rodovias e demais situações que se espalham pelo país. Está tudo ligado. #Ciência #2017