Um dos grandes acontecimentos que deve marcar este início de ano é a posse do novo presidente dos Estados Unidos, #Donald Trump. Cheia de expectativa por parte de alguns poucos eleitores, e com perplexidade por parte da maioria do povo americano e mundial, a posse de Donald Trump é destaque na imprensa internacional pela posição econômica, militar e estratégica dos EUA.

Mas, também, e, sobretudo, a figura caricata, contraditória e excêntrica de Trump ajuda bastante nesse interesse mundial. Por que será que o planeta está tão apreensivo com a posse de Donald Trump? O que pode acontecer com o mundo quando Trump tomar posse? O que o povo americano e o mundo podem esperar desse novo governo?

Olhando de fora, da América do Sul, parece que o povo americano espera que Donald Trump faça uma modificação tão profunda e total no governo como ele fez em suas empresas, chegando a ser reconhecido mundialmente como um grande empresário.

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Tornar o governo americano uma empresa tão eficiente quanto à burocracia alemã, parece ser o desejo do contribuinte americano.

Mesmo que isso não aconteça, a política possui leis próprias, diferentes do mercado corporativo, que Donald Trump conhece tão bem. Tudo isso demostra a vocação imperialista do povo americano.

O sonho americano, a porta de entrada para todo o resto, estará ameaçado com a posse de Donald Trump? Em contrapartida, pode-se dizer que nenhum sucesso é natural, se não pelo esforço constante e empenho pessoal, quase obcecado, de se chegar ao topo. Claro que as circunstâncias e o acaso ajudam, mas de nada adianta se o sujeito não está preparado. No caso da eleição de Trump, parece que o universo conspirou a seu favor. Por inúmeros fatores, ele foi eleito democraticamente pelo povo americano, e como tal vai governar por quatro anos, ou, quem sabe, por oito anos, se for reeleito.

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No mundo da política, tudo é possível. Por ora, pelos secretários que nomeou, a tendência é de um governo de muitas dúvidas e poucas certezas.

Ao contrário do governo de Barack Obama, que está chegando ao fim, casos de intolerância e radicalismo deverão se tornar mais frequentes no governo Trump. Questões como fanatismo religioso, conflitos raciais, terrorismo, devem surgir com mais força ainda. A partir do momento que se for descobrindo a forma como Donald Trump fez para chegar ao poder, deve contribuir, também, para aumentar o conflito com outros países, além do sentimento de medo, atentados, terrorismo e pânico entre os americanos.

A própria fala do novo presidente, na sua forma de ver o mundo, o outro, principalmente, a mulher, o latino, o negro, o muçulmano, indicam essa direção.

Acontece que a fala, os passos e as decisões do novo presidente americano, merecem ser analisado com muito cuidado, para não gerar conflitos em grandes proporções e por a perder conquistas milenares e, sobretudo, direitos adquiridos no governo Obama.

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Desse modo, espera-se que, se o novo presidente não vai ser tão político quanto o seu antecessor, que cumpra, pelo menos, o que manda a Constituição de seu país. Se não conseguir construir muita coisa, que não atrapalhe a ascensão e a hegemonia de outros povos.

Ainda assim, espera-se que desse novo governo brote os mais preciosos frutos, para o bem do povo americano e dos outros povos do mundo. #Barack Obama #Opinião