No ano de 2005, foi votado no Brasil o referendo do Estatuto do #Desarmamento. O não, que representava a ojeriza ao estatuto, venceu com 63,94% dos votos. O governo Lula ignorou solenemente o resultado das urnas e seguiu em frente. O argumento dos desarmamentistas é que “com as armas, o Brasil vai virar um velho oeste”. Tal argumento, porém, não encontra respaldo na evidência. Estudo de Kleck, Schaffer e Kovandzic sugere que um aumento de 1% na quantidade de armas reduz os homicídios em até 1,81%. Como se sabe, a polícia não é onipresente. Ela não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

As armas servem, antes de tudo, para o cidadão que segue as leis como uma primeira defesa diante de uma ameaça.

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Fazendo uma analogia: elas são como os extintores antes dos bombeiros chegarem.

Só uma arma é capaz de colocar em pé de igualdade um idoso e um jovem, um homem e uma mulher, um criminoso e um cidadão de bem. Como bem diz a frase: “Deus nos criou, Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, e Samuel Colt tornou todos iguais.” Poderia o leitor perguntar mas e todos os atentados com armas? Tais atentados foram realizados em gun free zones, isto é, em zonas que proíbem a circulação com armas.

Criminosos são, por definição, indivíduos que não seguem as leis. O que faz os reguladores pensarem que, por algum motivo, os criminosos seguirão essa?

De fato, como mostram os dados, regulações mais rígidas de armas as retiram mais do cidadão comum do que do meliante. No Brasil, há grandes defensores do fim do desarmamento, como deputado federal #Eduardo Bolsonaro; seu pai, também deputado federal e pré-candidato nas eleições presidenciais de 2018 Jair Bolsonaro; e Benedito Barbosa, conhecido por travar amplos debates com desarmamentistas.

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Eles argumentam, antes de tudo, em favor da liberdade de se ter uma arma em casa.

Afinal, ainda que não houvesse relação negativa entre o número de armas e os homicídios – e, como dito, a evidência sugere que há – qual seria o argumento contra as armas? #Jair Bolsonaro