Hoje vivemos a triste realidade de muitos anos atrás, e o pior, ao invés da política evoluir com os diversos problemas ocorridos no passado, na verdade regrediu. Resultado disso é o massacre ocorrido no complexo penitenciário Anísio Jobim (COMPAJ), em Manaus, no estado do Amazonas, em 1º de janeiro de 2017, que deixou cerca de 56 mortos. A rebelião durou em torno de 17 horas, o que mostra a incompetência total da Secretária de Segurança Pública do Estado. Considerando a realidade, o Governo Estadual exonerou o secretário de Segurança Pública Sérgio Fontes. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, apresentou algumas modificações em rede nacional.

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Depois do ocorrido, sempre vem as inovações políticas, nunca são criadas antes para evitar.

Dias após a rebelião de Manaus, surge outra em Roraima

Em meio ao tempo que o ministro da Justiça apresentava uma nova política para o Sistema Nacional Penitenciário, ocorre outra tragédia anunciada, uma rebelião na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc), situado em Boa Vista, capital de Roraima, deixando mais 31 mortos, demonstrando de vez que quem está preso ao próprio sistema é a política falida e legislação arcaica. A polícia investiga ambos os casos, tanto em Manaus quanto em Boa Vista, com a ligação direta entre as guerras de facções criminosas: Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Família do Norte (FDN).

O Governo paga uma conta cara para manter tantos presos

O caos penitenciário na região Norte do país ainda não parou.

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Essa semana continua com algumas rebeliões isoladas e já atingiu a marca surpreendente de 102 mortos. Este número deixa muito clara a fragilidade do sistema penitenciário. Segundo fontes, as ordens foram orquestradas por presos que estão em outras unidades prisionais. Em suma, o governo gasta individualmente com cada preso um valor exorbitante, sem capacidade de ressocialização devido aos grandes problemas existentes, possivelmente o investimento esta sendo implementado errado, deve ser estudado algum plano para as novas adoções. #Massacre em Roraima #massacre em manaus #mortos em manaus