Na madrugada de domingo, dia 8 de janeiro de 2017, aconteceu uma #nova rebelião que resultou em mais cinco presos mortos na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, em Manaus, poucos dias após dois massacres de presidiários que assombraram o Brasil, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (COMPAJ) e na Penitenciária Agrícola de Boa Vista (PAMC), ocorridas respectivamente em Manaus e Boa Vista.

As revoltas e mortes coletivas aterrorizam a opinião pública brasileira pela crueldade das cenas transmitidas pelo aplicativo Whatsapp dos celulares dos presos no interior das unidades prisionais no Norte do Brasil.

As facções criminosas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e da Familia do Norte (FDN), que estão em guerra, transmitem pelo Whatsapp ameaças entre si.

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Recentemente, o FDN fez um funk afirmando que vai destruir a gangue rival, mostram armas brancas, armas de fogo, explicitam o momento das decapitações e esquartejamentos de seus desafetos dentro das prisões com a maior naturalidade, deixando perplexa a população brasileira.

O poder público perdeu totalmente o controle da situação, fruto de #políticas públicas fracassadas, que não ressocializam os detentos, da omissão do Ministério Público e do Poder Judiciário em não exigir posturas enérgicas do Poder Executivo, da corrupção dos agentes penitenciários, que facilitam a entrada de aparelhos celulares, armas e drogas e da crescente e preocupante força do crime organizado dentro e fora das cadeias.

A Polícia Militar do Amazonas está reforçando seu policiamento ostensivo devido a execuções sumárias nas ruas de Manaus.

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O governo de Roraima vai protocolar no Governo Federal um pedido de apoio das tropas da Força Nacional em caráter de urgência.

Diante da banalidade da violência e escárnio do crime organizado com as autoridades públicas, o Ministério da Justiça adota medidas em busca de sanear a crise penitenciária atual

O Ministério da Justiça afirmou que serão liberadas verbas federais para construção de novos presídios de segurança máxima, convocou reunião com todos secretários estaduais de Segurança Pública e lançou o Plano Nacional de Segurança Pública, no entanto, tais procedimentos não lograrão êxito caso não sejam levados a sério.