Uma obra literária é atemporal, não fica velha. Histórias se repetem todos os dias, e mesmo que o papel que carrega a história sofra com as pancadas do tempo, o romance, a crônica, o conto ficam inalterados. Por isso, visitar #sebos é algo natural e, ultimamente, quase que obrigatório, já que o Brasil passa por crise econômica. Os #Livros usados são mais baratos e, se em bom estado, até mais charmosos. Sendo assim, sua aquisição se torna um bom negócio.

Do útil ao agradável

É muito comum se ter livros em casa, até mesmo se nela não há muitos leitores. Quem não tem ao menos uma bíblia? Quem não tem livros didáticos dos filhos armazenados em estantes ou porões? Pois é, ao invés de queimá-los e poluir o meio ambiente, que tal vendê-los a um sebo? Assim, além de se livrar do excesso de livros, ganha-se uma renda extra.

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Os sebos compram livros usados e dependendo do estado e da obra pagam bem. Entretanto, pagando bem ou não, seriam queimados, logo o que vier é lucro.

Disputa com o download

Com o avanço da tecnologia, a chuva de downloads tornou-se algo comum entre usuários da internet. Com isso, os livros não ficaram de fora. Hoje, os micros, tablets e celulares armazenam uma verdadeira biblioteca, e essa tendência diminui bastante a ideia e se ter um livro de papel, quanto mais usado.

É aí que outros artifícios podem ajudar. Muitas pessoas gostam de ver nos livros de sebo datas escritas à mão, dedicatórias, e, quem sabe, um autógrafo do autor. Pode parecer estranho, mas existe esse tipo de fetiche.

Sebos virtuais

Pensando nisso, os usuários não se fizeram de rogados e criaram sites que simulam sebos virtuais, vendem seus livros usados pela internet aproveitando a tendência do delivery.

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Certo é que o livro usado não perdeu seu charme, ao menos para alguns leitores, e independentemente de saírem do sebo físico ou sebo virtual, ainda há mercado, para o benefício do comprador, que economiza em meio a crise, e para o vendedor, que lucra com a sede dos leitores e com a arrumação das casas. #Cultura