Algumas mulheres pensam que, na intimidade, se estão solteiras as mesmas estão fazendo sexo, e se casadas ou em um relacionamento mais intenso, fazem amor. Esse pensamento se torna um grande equivoco, pois não é isso que diferencia a relação íntima.

O que distingue esse momento são as atitudes do casal, como ambos interagem na cama e também a intensidade do ato prazeroso. Não tem como classificar quais das práticas são as melhores, pois os dois atos são satisfatórios e têm suas peculiaridades.

Sendo assim, não são só aquelas que estão em um relacionamento sério que fazem amor, as solteiras também podem estar praticando o ato com carinho, amor e satisfação, e as casadas podem estar praticando o ato sem amor.

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Veja o porquê.

Relações casuais

Costumamos pensar que essas pessoas que não estão em um relacionamento firme e duradouro só buscam saciar os seus desejos íntimos, buscando parceiros em baladas e tornando o ato bem fútil, e sem amor. Eles podem até trocar carícias profundas e logo depois se sentirem desconfortáveis por acordar ao lado de uma pessoa desconhecida, talvez até troquem telefone, porém, dificilmente vão se encontrar novamente.

Será que esse é o verdadeiro significado da prática sem compromisso? Será que a prática se torna um ato insensível, frio, longe de ter qualquer momento de carinho e amor? Algo robótico e certamente carnal, existindo somente para satisfazer os desejos que carregamos e sentimos necessidade? Ou ela existe somente para a reprodução? Isso que veremos agora.

A verdade

Isso é um pensamento preconceituoso, que foi introduzido pela sociedade e está passando de geração em geração.

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Fazer amor é um ato que está ligado à religião, uma ligação muito forte e que só é possível acontecer com pessoas que seu unem diante dos olhos de Deus. Como se quem fizesse parte de outra religião ou fosse ateu, que não fizesse parte da igreja evangélica ou católica, não fosse capaz de fazer amor, certo? Erradíssimo.

Esse é um pensamento completamente absurdo, qualquer um de nós pode praticar o ato amor e qualquer pessoa também pode praticar o ato sem amor e carinho e, na verdade, a mesma pessoa pode cometer o ato das duas maneiras.

Fazendo amor ou não?

A relação está diretamente ligada com o estado de espirito da pessoa, e não com o sentimento de afeto entre ambos.

Um casal costuma fazer amor quando está em uma fase mais romântica, envolvendo o seu lado emocional. Preferindo estabelecer uma conexão mais carinhosa e profunda com seu par, e isso pode acontecer com uma pessoa que ela acabou de conhecer ou com alguém que tem um relacionamento de anos. Fazer amor está ligado com o que ela sente dentro de si, no fundo da sua alma.

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Agora, quando a prática não é vista como fazer amor, envolve um magnetismo sensual mais aflorado, quando você está disposta a satisfazer seus desejos íntimos, conhecer novas sensações ao lado de seu parceiro. Assim, esse tipo de ato pode acontecer entre parceiros de anos e por pessoas casadas.

Por isso, devemos nos livrar desse tipo de pensamento e nos preocuparmos somente com a nossa satisfação entre quatro paredes, conhecer os laços estabelecidos e saber se você está realmente satisfazendo o seu parceiro, sem ficar pensando se está fazendo amor ou não.

Muitas vezes, vamos preferir praticar o ato mais sensorial e agressivo, ou um amor com mais carinho e sentimento, porém, isso jamais vai distinguir os sentimentos existentes na relação. #Relacionamentos