Quem conviveu nas redações de jornais impresso a um tempo atrás, vai entender quando se fala que a #Tecnologia mudou o jeito de fazer jornalismo. A velha máquina de escrever deu espaço a brilhantes computadores com ferramentas de pesquisa cada vez mais sofisticadas, cores e possibilidades de correção foram inseridas no mercado, a facilidade de fazer e criar, ficou bem aparente. Nunca mais se sentiu o cheiro do álcool nas impressoras.

Com a facilidade de se inovar e inventar, jovens jornalistas, cheios de sonhos, falando palavras americanizadas soltas e em muitas vezes, sem nexo, saem das faculdades sem sentir #Jornalismo, sem saber a importância de uma boa apuração, muitas vezes sem nem saber o porquê da escolha do curso, o que preocupa a continuidade da profissão.

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Decadência do Jornalismo

É trágico ver o jornalismo decair, os jornais se espremendo para não fechar as portas, os rádios e emissoras de televisão contratando qualquer um, para “fingir” ser jornalista ou comunicador. A credibilidade dos meios de comunicação caem com a mesma proporção da subida emergente das informações através das mídias sociais. Sites de relacionamento e de mensagens instantâneas viralizam notícias, pessoas de todas as partes compartilhando e divulgando, sem o mínimo cuidado de saber se é real ou não.

Blogs, sites e portais não ficam para trás, a pressa para dar o furo de reportagem vai além dos limites, e notícias falsas, que antes eram raras, hoje, são tão comuns quanto a quantidade de notícias verdadeiras. Exagero ou não, o que fato é que o jornalismo não é mais o que era, e não dá margens para imaginar algo tão diferente.

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Inegavelmente, a tecnologia trouxe uma cara nova para o jornalismo - os computadores - não dá pra fazer jornalismo sem eles, mas a responsabilidade da notícia deve continuar sendo da emissora ou jornal, a informação deve ser feita por profissionais capacitados e formados.

Mídias sociais

As mídias sociais trazem consigo a garra e as ideias inovadoras da juventude, a necessidade de formar novos profissionais responsáveis para operar nesses meios de comunicação é gritante. Numa profissão onde todos são, na verdade ninguém é, e o fim pode estar mais próximo do que se pode imaginar. #MídiasSociais