O #Comunismo matou, aproximadamente, 100 milhões de pessoas, de acordo com O Livro Negro do Comunismo. O livro é de antigos comunistas e/ou esquerdistas que analisaram as atrocidades, geradas pelo leste europeu, URSS, Cuba, etc.

Fato é que ainda há aqueles que defendem o socialismo científico, termo criado por Karl Marx, no século XIX, quando escreveu sua maior obra revolucionária: O Manifesto Comunista, que, pouco depois, chegou a ser chamado de comunismo. A obra tinha como essência uma revolução e a não distinção da propriedade privada entre a coletividade. Mas a verdadeira face do pensamento de Marx apresenta-se de forma muito mais nefasta.

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Ele não chegou a ver tais atrocidades da sua obra, mas têm pessoas que viram essa lúgubre tentativa de revolução e ainda têm a desonestidade intelectual de defendê-la. Pior, doutrinam as crianças de uma forma totalmente ideológica, sem direito à defesa.

Algo recente aconteceu com o Uruguai, por meio de uma figura que encanta as crianças nos dias atuais: os Smurfs, aqueles bonequinhos azuis antigos, do ano de 1958, e que hoje são mais conhecidos por filmes computadorizados, que deixam qualquer criança grudada na tela da televisão por horas para assisti-los. Qual a melhor forma de demonstrar toda essa #Ideologia? Colocar os Smurfs nos livros!

Melhor forma para doutrinar

Uma professora chamada Silvana Pera publicou um livro com uma doutrinação execrável. No seu livro, que foi aprovado pelo MEC do Uruguai e utilizado nas escolas – parecendo não ser muito diferente do MEC do Brasil –, fazia uma sucinta diferença entre o comunismo e o neoliberalismo.

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Nele, para definir o comunismo, afirmava que os Smurfs viviam como uma aldeia e que todos tinham responsabilidades com a comunidade. E descrevia algumas funções... Continuava ainda declarando que todos tinham direito à moradia. Ninguém passava fome. O poço é para uso coletivo: não é de ninguém, mas sim de todos. E continuava os adjetivos de exaltação.

O neoliberalismo foi definido como uma ditadura. Segundo continuava o livro, afirmando que este tipo de escola econômica não era embasada nem na justiça, nem na liberdade, nem na igualdade. E que foi implantado primeiro pela ditadura do Uruguai, nos anos 1973 a 1985.

Conclui-se, dessa forma, que há uma alta falta de respeito com as crianças e sobretudo com os os pais que, às vezes, não possuíram um estudo adequado, seja por causa do trabalho, ou outros motivos, e não sabem, muitas vezes, do que passa, ou se trata, mas dão o seu melhor para ver seus filhos melhores. Mas a raiz do problema é a doutrinação ideológica.