Greve de policiais: quem tem a ganhar com isto? - população assustada na expectativa do que possa ocorrer caso se confirme. Um cenário no mínimo preocupante diante da atual crise política brasileira. Sobretudo no Rio de Janeiro. Está tudo muito bem encaminhado e se desenhando para uma possível troca de comando.

O Governador do Rio de Janeiro passa por maus bocados, é um problema atrás do outro e seria no mínimo coincidência afirmar que todo esse espetáculo estaria sendo orquestrado pela oposição. Ninguém mais seria beneficiado com o "golpe", afinal está virando “moda". "Por que seria diferente no Rio de Janeiro? Golpe está evoluindo".

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A verdade por trás das “Greves”

O movimento que se iniciou nas redes sociais com intenção de “ajudar e apoiar” os policiais vem ganhando cada vez mais contornos de interesses político.

O policiamento está funcionando de uma maneira geral nos centros urbanos. Contudo nas áreas como Baixada Fluminense, por exemplo, sabe-se muito bem que independente de greve a população está largada à própria sorte, o que não é mencionado com a criação das UPP's afim de afastar o crime de certas áreas na intenção de atender as classes mais nobres do Rio, ou seja Zona Sul, Zona Oeste e por aí vai. A greve existe sim, mas não é a de policiais. Estamos diante de uma greve de interesses políticos onde se atende apenas onde se tem o devido retorno.

O ponto alto: Espírito Santo

Espírito Santo tem várias cidades onde se instalou o caos, após o início da paralisação.

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Onde policiais estão a três anos sem reajuste e vivem com um salário base de R$ 2.646,12, e que não possuem nenhum outro tipo de benefício. Dessa forma as famílias estão em desespero diante de todo o ocorrido e a população experimentando uma verdadeira guerra civil. Até quando vai se estender essa situação e, para se ter uma ideia, o número de mortos aumentou tanto que, no IML, já não está tendo lugar para colocar os cadáveres. Mesmo com uma reunião de aproximadamente 11 horas entre os envolvidos e o Governo do Espírito Santo, não se chegou a um acordo que pudesse dar fim a tudo isto. #2017 #Espirito Santo #Crise