Está aí o resultado de uma leve demonstração, no Espírito Santo, do que se define a palavra "apocalíptico". Saques, mortes, abandono daqueles que garantiram a proteção dos seus concidadãos; filósofos e/ou sociólogos colocando culpa no estado golpista de Michel Temer, ou qualquer coisa mesmo, para explicar as causas primeiras, e a corrida dos indefesos pra se proteger dos lobos (criminosos) que acabaram de sair do seu covil.

Muito embora muitos achem que tal resultado é coisa grande frente às contradições estatais, não, não é. Isso são lampejos pequenos e irrisórios comparáveis a um estado interventor na liberdade individual do cidadão.

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A história já mostrou atrocidades batendo a casa dos sete dígitos. "Mas isso só foi uma deturpação de Karl Marx", como disse uma vez Luciana Genro.

Isso nada mais é que uma prova cabal da monopolização estatal da segurança. A Polícia Militar entrou em greve. E agora? Agora as presas (cidadãos), que alimentam os ursos (políticos), estão indefesas. Ninguém pode se defender, a não serem os ursos que ainda mantiveram suas garras e cortaram as nossas.

Lembro-me de uma célebre frase de Albert Einstein, que dizia: "Não sei como será a Terceira Guerra mundial, mas sei como será a Quarta: paus e pedras." Não estamos na Quarta Guerra, mas infelizmente o conceito de Einstein se aplica ao Espírito Santo. A população terá que brigar com paus e pedras contra fuzis de criminosos.

Mas fica a pergunta no ar: é melhor morrer e não se complicar ou viver e se complicar? A legislação não abre brecha para a legítima defesa do seu cidadão.

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E quando quem monopoliza o mercado de segurança resolve não trabalhar mais, acontece coisa parecida com a demonstração do Espírito Santo.

Mas, para finalizar com questionamentos: cadê as pessoas que dizem que a segurança tem que ser única e exclusiva do Estado, ou seja, somente da Polícia Militar? Cadê também aquele pessoal que diz que o #Desarmamento é para segurança das pessoas? É muito cômico mesmo. O povo do Espírito Santo está sentindo na pele o lixo do desarmamento e as contradições estatais. #Brasil