Muito se fala sobre a geração de #crianças e adolescentes nascidas a partir de 2000. Crianças que já nasceram em um mundo conectado, que já incorporaram a tecnologia em seu dia a dia desde pequenos e que têm acesso a todo o tipo de informação em apenas um clique.

Para entender melhor essa juventude conectada, a #youtuber Larissa Vaiano, do canal O Poder da Gravata, perguntou em um de seus vídeos o que Laura e Pedro, de 7 e 10 anos, mais gostam e não gostam sobre ser criança e o que pensam sobre a vida de adulto.

Em um mundo onde as barreiras não existem, a pequena Laura, quando questionada sobre trabalho pela prima, responde: “Quero trabalhar meio período, ganhar em dólares ou libras e viver em Londres”.

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Ao mesmo tempo, as respostas dos dois pequenos nativos digitais nos mostram que, para eles, ser adulto parece ter seus altos e baixos. “É muito bom ser adulto para ter dinheiro e comprar o que quiser”, concordam os primos. “Mas trabalho é muito chato! Tem que ficar no computador fazendo um monte de coisa, pagar conta”, revela Pedro.

Sobre a infância, Laura e Pedro têm muito para contar. Brincar de ser youtuber, assistir aos vídeos da vlogueira mirim Juliana Baltar e jogar Assassin's Creed são alguns de seus programas preferidos.

A psicóloga Giuliana Bansi Giatti, de São Paulo, explica que a velocidade de informações e a naturalidade com que esses jovens lidam com a tecnologia podem trazer a eles habilidade de realizarem várias tarefas ao mesmo tempo, além da velocidade na captação de conteúdo, curiosidade e olhar crítico.

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A profissional também conta que o Z do nome dado a essa geração vem da palavra “zapear”, que significa o comportamento de trocar o canal da TV várias vezes, com certa constância, em busca de algo que seja interessante.

No entanto, Giuliana alerta que esse comportamento pode trazer prejuízos. “As relações sociais vão se tornando superficiais, pois estão cada vez mais virtuais. Esses jovens passam a olhar uns para os outros através dos filtros das mídias sociais, onde só é mostrado aquilo que queremos, podendo criar uma visão distorcida e idealizada da realidade”, explica a profissional. Ainda assim, ela reforça que essa geração é formada por pessoas dinâmicas e inovadoras.

E você, o que acha sobre a geração Z?

Para saber todas as respostas sobre o que é a vida de adulto para essa geração, confira o vídeo:

#Entretenimento