A história mostra que a violência contra a mulher brasileira, em larga escala, é desde a época que os primeiros europeus resolveram aportar com suas caravelas nas terras do Brasil, fazendo das índias as primeiras vítimas das atrocidades de alguns homens do Velho Mundo.

De lá pra cá, os números ainda continuam e as mulheres ainda estão em desvantagem, tendo em vista suas limitações físicas se comparadas as dos homens, que são os maiores agressores, de acordo com as estatísticas. Em vista disso, o Estado tenta, com a #LEI MARIA DA PENHA, diminuir os casos de agressões contra elas. Mas muitos especialistas questionam a aplicabilidade da lei, alegando que na prática ela não funciona e que as mulheres precisam não só da lei, mas em especial de um meio que traga mais autonomia para não depender somente da legislação.

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O professor e advogado Bene Barbosa alega que uma solução viável e prática é deixar a #Mulher amparada por uma lei, mas que não só dependa dela. De acordo com sua visão, a mulher precisa de meios para se defender de forma individual. Sua proposta é que elas possam disponibilizar de uma arma de fogo, dando uma flexibilidade para que as mulheres sejam armadas, para equiparar suas forças e usá-la, mesmo que sem precisar atirar, na hora necessária para pelo menos evitar a violação e afastar o possível agressor contra a sua vida. Muitos pesquisadores americanos têm relatado diminuição nos casos de agressão quando a mulher está armada. Eles alegam que só o fato de os agressores verem a arma, eles se afastam, deixando a vítima em paz.

Portanto, uma lei em si só, por mais bem redigida que seja, não resolverá em larga escala os crimes cometidos contra as mulheres.

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Mas a legislação, juntamente com a compreensão dos legisladores para flexibilizar a lei do desarmamento, pode dar um norte mais eficaz para a defesa individual delas. Dessa maneira, as mulheres poderão ter uma vida mais tranquila e mais bem amparada, tanto coletiva (pela lei), como individualmente (pela proteção individual).