Democraticamente deve haver uma marca registrada no anúncio da legislação, o "povo aguerrido é autor da civilização". A “Ordem e Progresso” abre a legenda da nação descrita na nossa bandeira. Progredindo, segue pela história a ordem do crescimento econômico e sociocultural, mas as oposições limitam muitas das vezes tal ação. Isso provocou um índice desesperador no histórico populacional, não se tratando do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). mas o contraste das classes sociais impiedosamente.

A intolerância da desigualdade

Denominado pelo rico e pelo pobre, pelo branco e pelo negro, vemos a intolerância da desigualdade predominada dentre a nossa civilização que desconfigura toda a moral da história devido a esta guerra fria.

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Nas ruas, a indiferença real entre os cidadãos semelhantes, civil e meliantes descarrega um agravo injusto, irracional e desumano gerando violentas atitudes reprovadas de ambas as partes, pois a ausência do respeito ao próximo faliu pelos nossos próprios interesses pessoais.

Um vilão contextualiza recentemente nossa #Sociedade e divide opiniões entre especialistas de pontos de vistas contraditórios e preocupantes, o desarmamento. Até que ponto pode ir a minha liberdade? Ou a nossa? Isso não infringiria o direito alheio?

Posso sair armado nas ruas para minha defesa pessoal sem colocar as outras pessoas em risco? Não seria um problema de segurança pública alguém transitar por aí num transporte público, trem, metrô pelas ruas da cidade portando uma arma sem causar má impressão nas demais pessoas? Não causaria tumulto entre a população?

Na realidade, a violência só acontece com dois indivíduos

Esta questão tem levantado várias dúvidas no meio popular e no meio das autoridades conhecedoras do assunto, que divide opiniões a favor e contra.

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Embora lemos sobre o desarmamento, na realidade a violência só acontece com dois indivíduos: o elemento armado e um indivíduo indefeso acuado pelo excesso de fúria da violência prepotente.

A violência é o individualismo antidemocrático do sentimento antissocial culminado de agressões arrogantes da vontade cruel à maldade voluntária do agressor.

A razão do porque a ordem e progresso ser o destino do sucesso da família nacional caracteriza uma naturalidade, mas não era para contradizer a figura da nação, ou seja, a formação da personalidade brasileira. Os direitos e deveres do cidadão eram para ser a marca democrática imbuída da competência que potencializa o exercício social com incompatibilidade progressiva e não o individualismo indecente tipo uma guerra fria. #Opinião