Os profissionais da #Educação, professores, diretores, coordenadores, orientadores, bem como a família e a comunidade, estão cada vez mais conscientes de que é preciso investir no enfrentamento deste problema.

No entanto, muitas unidades escolares não sabem ao certo como tratar os #conflitos na sala de aula e na #Escola. Para isso, é primordial que toda a comunidade educativa reflita e dialogue como compreendem as normas de convivência, sua importância, os comportamentos desejados e indesejados, como reagem ao comportamento dos alunos e como reagem às normas de convivência.

No que diz respeito ás causas dos conflitos, observa-se que existem vários fatores que contribuem e que não é possível eleger um culpado ou manter o ônus disciplinar na figura exclusiva do aluno.

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Faz-se necessário garantir as especificidades e particularidades desse problema em cada comunidade escolar para que seja possível tratar suas causas e não apenas os sintomas.

Para tentar resolver os problemas que surgem no cotidiano escolar, faz-se necessário que os mesmos sejam analisados na sua totalidade envolvendo a escola, professores e a família dos educandos.

Em relação à escola, no que diz respeito à construção de normas de convivência, é fundamental que elas estejam formuladas e justificadas com clareza e sensatez, que sejam conhecidas e aceitas e que seu cumprimento seja exigido. Desse modo, para ocorrerem mudanças de comportamento é preciso coerência, tempo e constância.

Os professores precisam conhecer as dinâmicas internas e o universo social e cultural vivenciados pelos seus alunos.

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Só assim é possível compreendê-los e respeitá-los, além de obter informações necessárias para intervir adequadamente.

É necessário ainda promover canais de comunicação com a família e com a comunidade e conhecer as razões pelas quais ambas não têm correspondido mútuas participações, ainda investir em intervenções planejadas e conscientes, criando espaços de reflexão e experiências de vida numa comunidade educativa.

Para tanto, precisamos nos despir da postura de juízes que condenam sem analisar, e essa é, sem dúvida, uma tarefa possível e necessária.