“Deus fez o homem cair num sono profundo, tirou dele uma costela e formou a #Mulher para ser sua ajudadora (Gn 2,21). Este versículo bíblico é para nos lembrar, neste 08 de março, Dia Internacional da Mulher, o quanto essa viga mestra social é preciosa. Ser dotado de coragem, beleza, companheirismo e determinação. A data, que conforme o site Brasil Escola, homenageia cerca de 129 operárias que foram queimadas numa indústria têxtil em Nova York, em 1857, quando pediam melhorias nas condições de trabalho, foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975.

Desafios das mulheres ainda são grandes pelo mundo

Na luta pela emancipação social, as mulheres enfrentam grandes desafios pelo mundo.

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No Brasil, a bandeira feminina inclui igualdade de salários com o dos homens no desempenho das mesmas funções. Inclui também, o combate às várias formas de violência, com cerca de treze mulheres assassinadas diariamente, de acordo com o Atlas 2016 do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (MS), e o tráfico para exploração sexual. Conforme o site Compromisso e Atitude, apesar da Lei Maria da Penha 11.340/2006, ainda ocorrem 4,8 assassinatos a cada 100 mil mulheres. Ainda, conforme o site, esses números colocam o Brasil em 5% lugar no ranking de países com esse tipo de crime. Por isso, é necessário superar esse paradoxo, rumo à construção de sociedade justa, igualitária e digna.

Avanços na política garantem 30% de candidaturas femininas

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, (IBGE), no site: www.brasil.gov.br, em 2013, a população brasileira, era formada com 103,5 milhões de mulheres, o equivalente a 51,4% da população.

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A luta desse contingente, que cuidava de maridos, filhos e lares, começou anteriormente com indígenas e negras, se recusando ao domínio escravagista, fugindo para matas e quilombos. Politicamente, a conquista do voto feminino começou em 1910, com a professora Deolinda Dalton, fundando o Partido Republicano no Rio de Janeiro, concomitante ao Movimento Feminista. Missão, abraçada também, pela bióloga, Bertha Lutz, que em 1919, fundou a Liga pela #emancipação Intelectual da Mulher.

Primeiro voto feminino foi em 1927 no nordeste

De acordo com o site: www.brasilescola.uol.com.br, a professora, Celina Guimarães Viana, do Rio Grande do Norte, foi a primeira mulher a votar, em 1927. Em 1932, pelo decreto 21.076, do Código Eleitoral provisório, mulheres escolheram candidatos a cargos públicos. Carlota Pereira de Queiroz, foi a primeira deputada federal brasileira, em 1933. Em 1934, o Código Eleitoral tornou obrigatório o voto feminino. A Lei de cotas, (12034/2009), garante 30% de candidaturas dos Partidos Políticos às mulheres.

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Em 31 de outubro, o Brasil elege sua primeira presidenta, Dilma Rousseff, reeleita em 2014.

Novas oportunidades para a mulher

A Revolução Industrial no Brasil, abriu novas oportunidades à mulher, ampliando horizontes e fortalecendo lutas. Com isso, a mulher que vem buscando cada vez mais o seu espaço na sociedade, necessita de políticas públicas de inclusão, que atendam brasileiras de todas as raças, etnias, e orientação sexual, entre outros aspectos. Numa sociedade onde a igualdade é desigual, homem e mulher devem caminhar juntos, agindo coletivamente nas relações humanas para construção de melhor qualidade de vida para todos. #determinação