Nesta última sexta-feira (10), semana do Dia Internacional da Mulher, a jornalista #Rachel Sheherazade, já conhecida pelos seus pronunciamentos polêmicos, soltou mais uma, só que dessa vez atacando em cheio as #mulheres que apoiam ou participam do movimento feminista.

Rachel Sheherazade foi enfática e criticou o movimento avaliando que as mulheres que participam não estão lutando pelo direitos das mulheres, mas apenas prejudicando e atacando de todas as formas os homens. A jornalista diz que o movimento é "contra os homens" e faz gerar um grande ódio, como se fosse uma disputa entre os gêneros feminino e masculino.

Sheherazade solta uma pergunta polêmica em meio as comentários: "Eu pergunto a essas militantes raivosas, recalcadas e mal resolvidas, o que seria de nós mulheres sem os homens, que desde os tempos primitivos nos tem provido e protegido?".

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A jornalista falou em reportagem na rádio "Jovem Pan".

Continuando suas críticas, Rachel também lembrou da importância da mulher em relação ao homem, enfatizando que os homens sem as mulheres também não seriam nada, mostrando que ambos formam um "casamento perfeito", ajudando, acompanhando e conciliando um ao outro.

Quem também recebeu críticas de Sheherazade foi a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR), a jornalista disse que se sente envergonhada de ter uma mulher como Hoffmann assumindo um cargo tão importante para o Brasil. Para a jornalista as falas da senadora são contraditórias, pois Gleisi diz que luta a favor das mulheres, "mas exorta a essas mesmas mulheres a não trabalhar e nos sugere que abdiquemos os nossos direitos maternos."

Terminando seu discurso, Rachel mais um vez é polêmica a respeito do Dia Internacional da Mulher, ela fala que se "basta como mulher" e que não precisa comemorar uma data em especial para que se sinta maravilhada.

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Ela diz que todos os dias do ano devem ser especiais tanto para os homens quanto para as mulheres, sem a necessidade de criar datas comemorativas para enfatizar isso. E declara que não precisa da tutela dos movimentos feministas.

Veja o vídeo:

#Feminismo