#londres foi vítima de um #Ataque Terrorista, na tarde do dia 22 de março de 2017, pelo menos essa é a principal suspeita da polícia londrina. A certeza que se tem é a de que aconteceu um incidente com carro na ponte Westminster, nas proximidades do parlamento inglês. Fato que vitimizou, pelo menos, 20 pessoas e provocou a morte de outras quatro. Esta é mais uma chocante realidade presente no cotidiano de grandes potências turísticas.

Em qualquer momento ou lugar de muito movimento no mundo inteiro, existe a iminência de um ataque terrorista. Há a tentativa de chamar a atenção para o grupo ou causa radical, através do maior número de vítimas envolvidas.

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Mas, na verdade, vítimas só chamam atenção para si mesmas, neste caso, por estarem no lugar errado e na hora errada. A dor e lástima de famílias, amigos e espectadores se aliam. Todos estão atentos à injustiça praticada. Não existem causas justas onde há vítimas indefesas e inocentes.

A mobilização e bloqueio de várias áreas nas proximidades foi prontamente efetuada. Uma vasta extensão de Londres central foi bloqueada, bem como o palácio de Buckinghan que se encontra fechado. Algumas pessoas, que testemunharam o ocorrido, relataram o fato como pessoas sendo atropeladas por carro em alta velocidade. Muitos ainda estão em choque com o que presenciaram, ficando realmente vago e confuso o que realmente aconteceu.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, declarou: "Os londrinos nunca serão intimidados pelo terrorismo".

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Existem rumores de que a Inglaterra foi pega de surpresa apesar dos ataques terroristas ocorridos recentemente, inclusive na capital francesa, Paris. Mas declarações também remetem ao fato de que, houve um pronto desempenho de bombeiros, policiais, ambulâncias bem como helicópteros para amenizar situação.

Atentado de um homem só, possivelmente com causas as mais variadas, desde religião ou política, o réu parece ser um "lobo solitário", ativista do ISIS. O atentado que ocorreu deixa um rastro de sangue inocente derramado, pois existem registros de pelo menos 20 feridos aleatórios. Ainda há o número de vítimas fatais, quatro, número que registra Keith Palmer, um policial, Aysha Frade, uma mulher que trabalhava numa faculdade de Londres, um homem ainda desconhecido, de aproximadamente 50 anos, e o próprio terrorista.

Mais uma vez o mundo se vê perplexo com acontecimentos de tal magnitude. Necessária se faz a consciência dos extremistas de que, numa atualidade coerente, os olhos devem se voltar para um bem comum, o amor universal.