Depois de muito sofrer, parece que a humanidade começou a observar as contradições do mundo moderno. A mesma vem tomando consciência de que o processo de modernização do mundo é um problema que deve ser superado e equilibrado com a ajuda de todos, principalmente do poder público, na conscientização da população. Desse modo, temos a necessidade de buscar soluções criativas para solucionar problemas coletivos quanto antes melhor, deixando claro que não existem soluções simples para a complexa confusão criada pelo homem, mas que as mesmas devem existir.

Por outro lado, os novos paradigmas ambientais, apesar de não terem ainda sido incorporados ao sistema em que vivemos, podem dar inspiração aos modernos processos de mudanças, para uma sociedade melhor, mais justa e realmente preocupada com as questões pertinentes ao meio ambiente.

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Nesse sentido, Manaus figura entre as capitais do Norte do Brasil que possui o menor número de árvores plantadas em ruas e áreas públicas. Apesar de estar situada geograficamente no meio da maior floresta tropical do mundo, o povo da região não tem a cultura de plantar árvores e, consequentemente, não existe incentivo por parte do poder público para mudar esse hábito.

A população das #Cidades, em especial de #Manaus, precisa aprender que as árvores contribuem para o embelezamento da cidade, proporcionando prazer estético e bem-estar psicológico. As árvores, também, contribuem, com suas raízes, maior fixação da terra, diminuído os riscos de deslizamentos e funcionam como barreira natural, criando obstáculo entre as edificações e as rajadas de vento. Portanto, não há dúvidas que o plantio de árvores nas cidades é um tema complexo e que precisa ser melhor estudado.

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No entanto, o estudo das árvores no meio urbano constitui um campo interdisciplinar de atividade científica fundamental para o futuro da humanidade. Ou seja, é preciso que o poder público e a população comecem a cuidar das plantas como um ser independente, com identidade e valores próprios.

Dessa forma, é visível que as plantas sejam reconhecidas pelo seu poder estético, enriquecedor de um ambiente agradável para as grandes metrópoles, mas não é mais profundamente discutido sobre os muitos benefícios originados de seu plantio frente a um problema relacionado às forças do efeito estufa. Pensa-se que a escola seja o lugar ideal para o começo do desenvolvimento de uma cultura do plantio de árvores em áreas públicas. Nesse sentido, Manaus não pode figurar entre as cidades menos arborizadas do Norte do País, principalmente por estar no centro da maior reserva verde do mundo: a Amazônia. É preciso, enfim, que o homem tenha em mente que ele não é um ser supremo da Terra, ao contrário, o mesmo depende dela, e precisa fazer o possível para equilibrar o crescimento econômico e o meio ambiente. #Árvores