O maior fiasco da história do sindicalismo pelego aconteceu no dia 28 de abril. Ficou escancarada a farsa contra a reforma trabalhista. O único interesse dos dezessete mil e duzentos sindicatos era o Imposto Sindical, resquício do fascismo da era Vargas, que subtraía dos salários de todos os trabalhadores, filiados a algum sindicato e também dos não filiados, um dia de trabalho ao ano, para manterem seus militantes cuidando de seus interesses.

Gastaram mundos e fundos do Imposto Sindical, com propagandas massivas em diversas mídias, tentando convencer que estavam defendendo direitos dos trabalhadores. Só que não, defendiam o confisco de um dia de trabalho de cada brasileiro, que muitas vezes acorda às quatro horas da manhã, pega um trem, dois ônibus e um metropolitano para ir trabalhar e, depois de cumprir sua missão, faz a mesma romaria de volta, para chegar em casa nove ou dez horas da noite.

Publicidade
Publicidade

Esquerda soltando fogo pelas ventas

Mantidos férias, décimo terceiro salário, seguro-desemprego. Derrotado o Imposto Sindical, sem o qual as Centrais Sindicais foram feridas de morte e agonizam nos corredores do SUS, como a maioria da população. A CUT não tem plano de saúde.

Com a economia beirando a banca-rota, demissões em massa, haveria mesmo que se tomar atitudes drásticas, ainda que o governo do presidente Michel Temer venha a ser acusado de favorecimento ao empresariado, em detrimento dos trabalhadores.

Mas esse raciocínio não é válido e nem lógico. Vejamos, treze milhões de desempregados, conforme divulgados pelo IBGE. Se desonerar o empregador, por lógica simples e direta, haverá mais contratações, mais pessoas ganhando seus sustentos e fazendo a economia girar.

Os sindicatos, todos eles, se mantinham com o suor de um dia de cada trabalhador.

Publicidade

A fonte secou, uma minoria talvez consinta em continuar lhes dando dinheiro.

O melhor e mais eficiente programa social é um emprego, não uma bolsa-esmola, que vicia e rouba a dignidade, rouba o brio, faz o homem sentir-se envergonhado, diminuído diante da sociedade. O Brasil e o brasileiro em sua maioria perderam a auto-estima. Urge resgatá-la.

A reforma trabalhista vem em momento oportuno atender a essa urgência, como um psiquiatra que intervem em um paciente depressivo, com medicamentos fortes ,"remédios amargos", que podem até dopar por um momento, mas que resolvem as crises e o recupera para tocar sua vida. #impostosindical #remediosamargos #omaiorfiascodahistoria