Ataques contra homossexuais têm sido muito frequentes tanto no Brasil quanto em outros países. No ano de 2015, foram recebidas pelo disque 100 quase 2 mil denúncias de agressão a #Gays no Brasil e quase 132 foram mortos apenas no primeiro semestre de 2016.

A polícia da #Chechênia, região do Cáucaso, onde está localizada a República da Chechênia, está sob acusações de tortura a vários indivíduos simplesmente por serem gays. Um jornal da Rússia, Novaya Gazeta, divulgou na última quarta-feira (12/04), que o número de homens presos de maneira ilegal para tortura já passava de 100. O caso tem chocado as ONG's que lutam por direitos humanos e também toda a Europa.

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Algumas organizações não-governamentais disseram que depois das séries de torturas e humilhação, os policiais liberavam os indivíduos para voltarem para casa para que sua própria família os executasse. Em alguns casos as famílias foram obrigadas a vender seus bens para receber os presos, pois só poderiam ser liberados se os familiares pagassem por sua liberação.

Testemunhas do fato contaram que os homens era torturados brutalmente com socos, pancadas com bastões e até com correntes de energia no local onde os policiais os detinham. De acordo com o jornal, tudo teria começado quando a polícia encontrou um homem drogado e em seu celular havia imagens de homossexuais. Os policiais confiscaram o telefone e a cada ligação feita para ele, eles atendiam e faziam uma espécie de caça aos homens para prender sem alegação de motivos plausíveis.

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O presidente da câmara dos deputados solicitou intervenção do governo italiano para fazer pressão as autoridades da Rússia a fim de parar essas atividades. Porém, o governo da Chechênia rebateu afirmando que a denúncia era mentira e que não havia existência de homossexuais em seu país. O porta-voz russo disse ainda que se existisse gays no país não havia problema para a polícia, pois quem iria matá-los seriam os próprios familiares.

Esse tipo de comportamento está cada vez mais comum. No dia 15 de fevereiro de 2017, o travesti conhecido como Dandara, cearense, residente na cidade de fortaleza, 42 anos de idade, foi assassinado enquanto recebia pauladas e chutes de forma brutal em plena rua por pelo menos 4 homofóbicos. O caso ainda gera repercussão. Só em 2017 já foram registrados mais de 20 assassinatos de homossexuais no país. Isso acontece devido à falta de respeito de algumas pessoas por não aceitarem alguém com um modo de vida diferente, causando danos à sociedade. #assassinato