Olá, galera! Chegamos a uma nova coluna aqui na Blasting News em que vamos falar especificamente sobre o enredo de alguns #Jogos nas mais variadas plataformas possíveis.

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Eu tô bem animada com essa nova coluna, pois eu não contava que iria me interessar tanto pelos jogos e perceber que é um universo muito mais rico em história do que eu tinha imaginado. Qualquer escritor pira, né?

Para essa primeira coluna, eu vou começar falando um pouco sobre o jogo “Inside”, as primeiras impressões, como eu reagi “assistindo” (vamos falar sobre esse parênteses mais a frente) toda a saga, algumas dicas (podem conter “spoiler”) e informações técnicas sobre o jogo.

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Na verdade, eu achei injusto falar apenas sobre “Inside” sem mencionar o primeiro jogo “Limbo”, inspirado ou então parte inicial da história do jogo. Falo isso, pois eu assisti os dois jogos.

Ok, vamos tocar logo na questão de “assistir” jogos.

Eu comecei assistindo alguns “gameplays”, isso é, pessoas que fazem vídeo gravando elas jogando e comentando os jogos e postando na internet para pessoas que se interessem por esse tipo de conteúdo. Eu sempre gostei de assistir muito vlogs no YouTube e acabei assistindo “por acaso” o gameplay de “Outlast” no canal do Gustavo Stockler. Eu me senti muito presa a história e como a atualização dos vloggers costuma ser mais lenta de quem realmente é gamer, comecei a buscar por quem já fazia esse tipo de trabalho, os gamers. Eu acabei encontrando um canal no YouTube chamado “Leo #games Android BR” e desde então eu venho acompanhando vários jogos. Os meus preferidos sempre foram os de terror e suspense, mas acabei caindo em jogos mais “leves” também. Eu não jogo, mas é uma realidade que pretendo mudar em breve.

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Então, fiquem ligados se por acaso algo mudar nos próximos dias (muahahaha).

Voltando a Inside. Inside é um jogo que não temos muitas explicações, a gente simplesmente “vai”, mas por um lado, justamente por essa razão, a gente quer ir para saber no que vai dar.

O personagem precisa passar por inúmeras “provas” que podem custar a vida dele (e as formas de morte são as mais bizarras possíveis). Em muitos jogos você costuma se deparar com determinadas “pegadinhas” e coisas que possam te fazer perder tempo, mas não é o que acontece em Inside. Nada é o que parece e tudo tem uma ligação.

A mesma abordagem é usada em Limbo, primeiro jogo lançado pelo estúdio Deadplay, entretanto, em Inside parece que os melhores elementos do primeiro jogo foram atentamente observados e desenvolvidos.

Falando mais abertamente sobre a história dos jogos, há uma floresta em que os personagens centrais parecem estar perdidos e depois tudo se transforma no que pode remeter a um apocalipse, experimento de pessoas ruins em pessoas comuns, por doutores loucos, um mundo mais frio e sem luz onde tudo é possível.

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Até um conjunto de pessoas se transformar em uma “almôndega” humana é real. O objetivo dos jogos: sobreviver.

A falta de mais informações e como isso tudo pode estar acontecendo não é um problema, mais uma vez dizendo. É um jogo que nos faz refletir sobre opressão, controle e comando.

Os gráficos são bem feitos, porém não é algo que impressiona a quem é viciado em realidade virtual, mas não é o jogo que precise disso. A dimensão da história faz todo esse trabalho. Simplesmente tem horas que você vai chegar e falar: Cara, quanto tempo levaram para criar isso tudo? Como conseguiram pensar nisso tudo?

Uma coisa simplesmente fundamental: não desmereça as caixas. É sério. Nesses jogos elas são mais úteis que você possa imaginar.

O trabalho com o som também é extremamente bom. Tudo nos remete a atmosfera de suspense e hostilidade que aqueles tempos, se fossem reais (ou talvez sejam), poderiam proporcionar. Inside não segue uma linha quando você “passa” de fase. Você simplesmente parece estar cada vez mais absorvido na água, no subsolo e no subterrâneo.

Lançado em 2016, Inside não nos dá respostas. A única que podemos encontrar é que a solução para todos os nossos questionamentos é olhar para dentro..De nós.

Inside foi um jogo aclamado pela crítica e nomeado para a categoria de “Jogo do ano” pelo The Game Awards. Parece bom para você?

Se você está curioso e quer muito assistir o jogo, assim como eu faço, quer uma dica de Gameplay, eu acompanhei a série de 5 episódios pelo canal “Luba Tv Games”. O Luba é um anfitrião carinhoso e carismático, talvez você possa se identificar também com ele.

Eu fico por aqui. Na próxima semana, voltarei com “Resident Evil 7”.

Espero que tenham gostado. Não deixem de comentar, ok? ;)

Fui. #Literatura