Se você é um dos brasileiros eleitores de nosso país, com certeza já pegou se perguntando de quem é a culpa pela preocupante crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos. Com o Impeachment de Dilma Rousseff e a posse de #Michel Temer surgiram várias dúvidas e questões sobre quem tem culpa pela nossa situação atual.

Em meio a essa disputa de poder que vem prejudicando milhares de brasileiros, principalmente aqueles de classe média (maioria da população brasileira), já foram abertas várias discussões que fizeram com que a preocupação aumentasse cada vez mais.

Primeiro foi a PEC 241, proposta pelo governo Temer que tem o objetivo de paralisar gastos com o serviço público (educação, saúde, assistência social e outros).

Publicidade
Publicidade

Também a Nova Reforma do Ensino Médio que incluiria o Ensino Técnico e retiraria matérias de suma importância como Filosofia, Sociologia e Artes da grade curricular dos alunos. Depois a ainda em votação Legalização do Aborto, que torna inconstitucional o crime de aborto até o terceiro mês de gestação.

E agora a mais nova discussão sobre a Reforma da Previdência, que causa cada vez mais revolta na população brasileira, que entrou na luta para defender seu direito à aposentadoria. Mais uma vez o país parou.

É em meio a essas situações cada vez mais frequentes que surge a dúvida de quem deve ser o culpado e responsável por tudo isso. A resposta é muito simples: "Nós somos os culpados". Mas como assim nós? Não votamos a favor do impeachment. Eu já ouvi vários comentários de que os eleitores brasileiros não tem culpa pelo governo Temer, mas, se pararmos para analisar todas as questões que envolvem a posse do novo presidente, não existe nenhum outro culpado a não ser nós mesmos.

Publicidade

Dilma foi eleita nas eleições de 2014 porque nós a escolhemos, como consequência o voto em Dilma também foi o voto em Michel Temer, seu vice. Qualquer ocasião que viesse a tirá-la do poder o colocaria em seu lugar.

Apesar de que medidas já vem sendo tomadas para que Temer seja também retirado da Presidência do Brasil, essa ainda será uma longa e complicada caminhada, já que provas contra ele são quase inexistentes para tirá-lo do cargo. Enquanto isso, nós os brasileiros, que o colocamos onde ele está agora, teremos que começar a ter voz, uma voz cada vez mais alta se queremos que as coisas mudem, se queremos ter direitos. Se nós o colocamos, nós também podemos tirar.

O que causa mais tristeza é que praticamente 30% da população não sabe lidar com a real e atual situação, não sabe nem se quer do que se trata, enquanto outros 10% são a favor, mais 15% simplesmente se calam e somente 45% vão à luta. Um número praticamente pequeno para um país tão grande.

Se o Brasil tivesse eleitores conscientes que defendessem o seu direito ao voto com unhas e dentes da mesma forma como vai para as ruas fazer manifestações, o nosso governo teria uma grande chance de ser diferente e melhor, levando o Brasil a ser uma das grandes potências mundiais chegando perto de se igualar aos Estados Unidos e China.

Publicidade

Porém, de nada adianta o país ser grande se a dedicação é mínima. Cabe somente a nós mesmos a tarefa de nos conscientizarmos e irmos sim a luta, termos voz, por menor que seja o número de brasileiros que ainda se importa e acredita no futuro do país. #Reforma da Previdência #foratemer