A espiritualidade ou todo o conceito espiritual que envolve aquilo que desconhecemos, que não enxergamos gera muita polêmica sobre como cada pessoa encara e acredita nesses aspectos.

Não é difícil se deparar com céticos e pessoas mais fervorosas sobre o assunto, mas hoje, necessariamente, vamos nos apegar a questão de renegar a espiritualidade. Lembrando que respeitamos quaisquer crenças e caminhos que quaisquer pessoas tenham escolhido tomar. Esses artigo será embasado em opiniões.

De fato é muito difícil você conseguir acreditar na espiritualidade, principalmente se observarmos a cultura que fomos submetidos desde o início de nossas vidas.

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O máximo da expressão espiritual que temos contato imediato, a partir do batismo, é com a igreja católica. Porém, como muitos sabemos, a mesma ainda deixa colunas que faltam ser respondidas. A própria história vai de contra aos atos cometidos pela igreja lá atrás. Não que isso seja digno de não perdão. Todos temos o direito de errar e corrigir estruturas, nem que seja dentro de um sistema, mas ainda assim, ainda faltam respostas.

Certo dia, eu estava comentado sobre as doutrinas espirituais, religiões, e sobre todas possuírem essa carência de determinadas respostas. Parece que todo o estudo que embasa determinada #Religião termina em um ponto e que a partir daí “é com a gente”. Não discordo, mas e sobre a história? E sobre os passos dados lá atrás? Onde podemos comprovar a história a partir de documentos e relatos que sejam, de fato, verídicos?

Durante muito tempo eu passei acreditando que religiões seriam apenas conjuntos de crenças, mas por alguma razão, consegui ver que seria um pouco mais do que isso.

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As crenças são uma consequência de um estudo. As religiões, de fato, são campos de estudo que se encaixam entre si e não assumem caminhos opostos. É como se fossem parte de um quebra-cabeça. A intolerância religiosa, infelizmente, acabou por deturpar esse conceito, colocando umas contra outras e induzindo pessoas ao fanatismo ou até desestimulando algumas pessoas (eu disse “algumas”) a não sentirem interesse por nada mais, nada menos do que estudo de raízes milenares e de nós mesmos.

O estudo das religiões é muito sensível a o que podemos comparar com a rotina massante que somos submetidos todos os dias. É muito comum ver pessoas que vão às igrejas aos domingos para tentar encontrar algum tipo de paz, mas que voltam sem entender muito o que foi dito dentro das celebrações, ou então, que voltam a cometer os mesmos erros que estão acostumadas.

Falando por mim, o encontro com a verdadeira essência, eu só pude encontrar quando estive em silêncio. É como seu coração falasse mais alto e você consegue sentir a vibração de que aquilo é verdade e não um conjunto de crenças, enganações que acabamos por nos sabotar.

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É impressionante como algumas pessoas tem como ver os fenônemos espirituais acontecerem a sua frente e outros não. Talvez essa seja uma das maiores contestações dos céticos, mas será que as pessoas são divididas em acreditar e não acreditar e dessa forma são submetidas ao recebimento de milagres, ou simplesmente elas recebem como todas, mas preferem acreditar em acaso, sorte e coincidência?

Eu acredito sim que o acaso nós fazemos. Somos capazes de vibrar energeticamente para aquilo que buscamos avidamente. Deus não é responsável por todas as coisas, pois ele pode ter nos concedido o livre-arbítrio, inclusive de criação da própria sorte (imagem e semelhança), mas ainda assim somos são estimulados a acreditar que não somos merecedores e que não há qualquer ser olhando por nós, mas ainda sim o milagre da vida continua acontecendo todos os dias e seus fenômenos inexplicáveis até para a ciência. Aliás, a ciência não pode ser desmerecida. Ela é uma grande instrumento de criação, mas para que ela acontecesse, ela precisou ser descoberta e manuseada, certo? Isso nos coloca na mesma posição da busca por um criador.

Talvez o caminho mais fácil seja realmente renegar algo, pois lidar com o invisível é quase que lidar que o “invisível” se tornar “visível” é um caminho intransponível.

Renegar é bloquear os caminhos que podem ser apresentados. Há uma grande diferença em “deixar o caminho livre para ver o que acontece” do que bloquear qualquer tipo de explicação que não a sua. Se fazemos por medo, por descobrirmos que tudo o que acreditamos está errado ou não existe, não se sabe. É uma variável, mas em algum momento da vida e acredite, ela dura mais do que podemos contar, o encontro com uma essência real da vida e da espiritualidade tem hora marcada para acontecer. #Literatura #Horóscopo