Após os polarizados 100 anos do corrido século XX em que a tensão se dava entre os nós capitalismo vs. comunismo, eis que surge, agora já em fase de firmamento, o século XXI. Século esse em que agora o debate se dá entre direita e esquerda. Cheira a chamada #Guerra Fria, mas agora mais velada com alguns princípios diplomáticos que começam a se arruinar e se rangerem. Um início de tensão tem se manifestado entre potências econômicas nacionalistas e/ou potências bélicas ostensivas a todo o planeta. E não precisa ser um vidente para prever ou imaginar uma possível Terceira Guerra Mundial entre as maiores potências do mundo.

Dos atuais focos de guerra

  • Presidente americano Donald #Trump com sua política bélica e colonizadora a querer intercambiar a segurança mundial em nome dos Estados Unidos da América;
  • Kim Jong-un, ditador norte-coreano e suas respostas às intervenções de Trump no mundo ocidental. O coreano exibe ao mundo as possíveis armas contra as possíveis ofensivas americanas. Na Coréia do Norte tem se divulgado testes com armas nucleares e balísticas de alcance intercontinental;
  • O conflito na Síria entre xiitas e sunitas, onde o Estado islâmico tem ditado contra o ditador minoritário Bashar al-Assad;
  • A ofensiva americana à uma base nuclear na Síria em resposta ao suposto uso de armas químicas pelo próprio governo autoritário sírio contra sua população;
  • O rompimento dos momentâneos laços da Rússia de Vladimir Putin com os EUA no caso da disputa pela Síria;
  • A amistosidade e falta de posicionamento da China tanto com os EUA quanto com a Coréia;
  • O resto de um todo planeta chamado Terra, que aguarda em indiferença, esperando a largada para seus exílios com direito à TV aberta.

As alianças

Alguns acreditam em alianças que estão sendo feitas para um possível enfrentamento entre as potências mundiais.

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Por um lado o todo poderoso Estados Unidos da América, que também se une com a Europa ocidental e países de terceiro mundo e de alto PIB, tardio, mas bem econômico. Do outro lado o mundo terrorista, o "orientalismo terrorista" com a representação da Coréia do Norte e uma possível ação da Rússia com os princípios "Putin-Assad". Já a China tem se posicionado do lado dos EUA, mas concorrendo com o mesmo em outras questões econômicas e de interesse ao mercado consumidor mundial. Espera-se que a China, no fim das contas, seja aliada da Coréia do Norte.

Sobre o Brasil, apesar de estar incluso no BRICS, depende mais da política econômica e influência americana do que por exemplo da Rússia. Portanto estaria o Brasil ao lado ofensiva americana e nacionalista.

O combate

Inicialmente o combate tem se dado por ataques de exibicionismo midiático, apresentações de armamentos, corrida e treinamentos bélico.

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Secundariamente o combate também tem acontecido por meio de ofensivas localizadas de ataques com bombas ao Estado Islâmico localizado na Síria, por exemplo. Mas claro que este embate pode se amplificar muito mais. Ambos os países envolvidos tem enorme pode de fogo e tecnologias em guerra.

Numa exibição pública, só a Coréia do Norte demonstrou dispor de pelo menos 56 mísseis de 10 classes diferentes, transportados por reboques e caminhões, seguidos de 21 canhões e um grandioso exército. Dentre o poder de mísseis intercontinentais, a Coréia do Norte também ostenta de protótipos nucleares. Já no quesito Síria, é sabido que tem utilizado armamento químico além do balístico. Os EUA e a Rússia são as duas maiores potências a compreender armamento e tecnologias de ponta, desde a época da Guerra Fria, para o enfrentamento em guerras e intervenções em todo mundo.

A conclusão

Até então os enfrentamentos têm se encaminhado na zona da ameaça e da coligação a procura de alianças internacionais em frentes contrárias.

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O que tem se sobressaído é a grande mídia que tem se alimentado desses embates e das declarações do grandes líderes desse "confronto". A população, em grande parte, em todo o mundo, tem se mostrado à parte e ainda não tão tocada pela iminência do possível desastre. A vida, em geral, tem seguido normalmente e tem aguardado o momento em que a situação começará a piorar ou a comprometê-la, para reagir ao mal súbito social e humanitário. #Coreia do Norte