As guerras registradas nos livros de história desde a fundação da humanidade estão ligadas à disputa do poder e do comércio. Rotas de transporte e venda de mercadorias são sempre descritas como causadoras de conflitos entre nações ou povos.

Os exércitos, no início destes tempos, não tinha tecnologia para o uso do cavalo, era a pé mesmo, sendo a proteção dos soldados feita de couro ou tecido. Lutavam corpo a corpo com escudos, capacetes e espada forjadas em bronze. Era um choque frontal entre duas massas de gente, o sangue derramado era tanto que em geral cobria o campo de batalha até os pés. O advento da arma de fogo, carros de combate, e navios a guerra vai mudando e o conflito bélico que se ajusta ao mundo moderno, compõe-se os países e nações independentes, e a disputa pelo domínio do comércio e das reservas de riquezas continuou.

Publicidade
Publicidade

As duas últimas guerras mundiais, produziram um avanço extraordinário na tecnologia e conhecimento humanos, mas também a um morticínio sem par na história é relatado a perda em um dia, de mais de 10.000 soldados americanos nas praias de Dunquerque na França, e somente a campanha de bombardeamento da Alemanha pela força aérea aliada ceifou a vida de mais de 50.000, pessoas de 18 a 30 anos.

Tudo em nome da democracia ou da liberdade, gente que vestiu uniformes e carregou um fuzil com a convicção de estar cumprindo um dever patriótico, milhões jamais retornaram para casa, outros milhares jamais foram encontrados seus corpos.

É a partir da #Guerra do Vietname contra os EUA, que o jovem soldado conscrito começa a questionar diante da sociedade, o real motivo pelo qual estava colocando sua vida em risco, movimentos sociais e de artes ficaram famosos e mundialmente conhecidos, com o jargão de "Por quem luto? A final é mesmo pela minha pátria?"

A guerra do Golfo, Afeganistão, Iraque e agora a da Síria estão claramente ligadas à propriedade da exploração do petróleo e de seus derivados, como sempre, a disputa pela riqueza.

Publicidade

O cenário muda muito de figura quando os jovens de hoje, filhos de uma sociedade mais rica e estável, almejam um bom emprego, o direito de consumir, de carros a viagens e do bem viver, não parecem mais suscetíveis a cantos de sereia ou a rompantes patrióticos como antigamente. Além do fato aterrorizante, que um conflito nuclear dizimaria além das pessoas, todas as reservas minerais do mar e do solo, assim como as fábricas depósitos de riquezas e tudo mais na face da Terra.

Em suma, nada sobraria para ninguém. Para que servem então disparos de misseis balísticos e testes nucleares de bombas terríveis. Que tipo de guerra estão tramando? #mísseis